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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Graça barata.


A graça sem a cruz é uma desgraça

A revista “Mosaico” (edição de julho-setembro de 2008), publicação de apoio pastoral da faculdade de teologia da Igreja Metodista de São Paulo, trouxe à tona a graça de Deus outra vez, por meio de duas pastoras, quatro pastores e um bispo, todos metodistas.

Logo de início, Renilda Martins, pastora e coordenadora nacional de educação cristã, lamenta que “ao longo dos tempos os equívocos humanos desfoquem o anúncio da graça de Deus”. De fato, isso acontece de maneira impressionante. Ainda bem que a maravilhosa graça é redescoberta periodicamente, como aconteceu na época do reformador alemão Martinho Lutero (1483-1546) e na época de John Wesley (1703-1791), o inglês que descongelou a Igreja Anglicana de seu tempo. Os articulistas da publicação recorreram ao pastor luterano Dietrich Bonhoeffer (1906-1945), famoso por ter oferecido resistência ao nazismo, mostrando a diferenciação que ele fazia entre graça preciosa e graça barata. Nesta última, entre outras coisas, prega-se o perdão sem convicção do pecado, sem confissão e sem arrependimento. O pastor Martin Barcala faz uma acusação séria: “A graça barata é a graça sem discipulado, a graça sem a cruz, a graça sem Jesus Cristo vivo, encarnado”. Em qualquer tempo e em qualquer lugar, a tentação de perder de vista a graça de Deus manifestada em Jesus Cristo é grande; especialmente quando a igreja abre as portas para a graça barata, deixando de anunciar as implicações da verdadeira conversão.
Fonte: Ultimato.

Um comentário:

Andre Bressan disse...

É...exite uma diferença entre graça de graça e graça barata... a primeira me interessa mais... a segunda dá dinheiro.

Um abraço.