As Crônicas de Gelo e Fogo

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Imagem é tudo.

O Corinthians deveria cuidar melhor de sua imagem. Os treinos de Ronaldo, que são transmitidos para o mundo inteiro, tem como fundo um matagal, um muro pichado, um alambrado alquebrado e, muitas vezes, um trem feioso passando rápido. Sou da Zona Leste e sei que lá não é Londres, porém não precisa também avacalhar. Não há dinheiro de sobra, porém cortar a grama, pintar o muro e colocar paineis bonitos, não fica tão caro assim. E a imagem do clube seria outra. O que estarão pensando lá fora? Devem imaginar que Ronaldo está atuando num time de várzea e não no grande Corinthians, uma das marcas mais importantes do nosso país.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Campanha anti-tabagismo

Teologia velha e nova

Augustus Nicodemus, colunista da Seu Mundo online, confronta teólogos e pastores que acreditam que teologia boa é só aquela que está sendo feita agora

Por: Augustus Nicodemus, em 12/02/2009.


Tenho sempre me deparado com pastores e teólogos que acreditam que teologia boa é só aquela que está sendo feita agora. Recentemente encontrei mais um desses. Chamou-me de fundamentalista porque eu acredito que existe teologia certa e teologia errada, e porque incluo na primeira categoria os antigos credos cristãos e as confissões reformadas. Ensinou-me com aquela pachorra típica de quem é iluminado e se depara com um pobre fundamentalista obscurantista e tapado, que "a teologia é apenas um construto humano, limitado, provisório, subjetivo, que tem que ser feito por cada geração, pois não atende mais as necessidades da próxima".

Era óbvio que eu estava diante, mais uma vez, daquela cena hilária em que o relativista declara com toda autoridade e convicção que "não existe verdade absoluta, tudo é relativo".

Vamos supor, ainda que por um momento, que esses teólogos - nem sei em que categoria enquadrá-los, pois nem liberais eles são (os liberais de verdade acreditavam em certo e errado) - estejam certos. Que cada geração entende Deus, a Bíblia e as grandes verdades do Cristianismo de uma maneira totalmente diferente de outra geração e de pessoas de outra cultura, a ponto de não podermos adotar as suas reflexões teológicas como verdadeiras e válidas para a nossa geração.

Se levada às últimas conseqüências, essa perspectiva sobre a teologia criaria uma série de problemas, inclusive para os que a defendem. A começar pelo fato que cada nova geração teria de definir, de novo, o que é o Cristianismo. Explico. O Cristianismo, enquanto religião, foi definido e os seus limites estabelecidos durante os primeiros séculos depois de Cristo, quando os primeiros cristãos foram confrontados com explicações diferentes, contraditórias e alternativas da mensagem de Jesus e dos apóstolos, como o montanismo, as idéias de Marcião, os gnósticos, os docetistas e os ebionitas, para mencionar alguns.

Os grandes credos ecumênicos da Cristandade estabelecidos nas gerações posteriores nos deram de forma sintetizada a doutrina de Cristo, da Trindade, entre outras, as quais o Cristianismo histórico adota até hoje. A seguir o que esse pastor estava me dizendo, teríamos de jogar tudo isso fora e recomeçar, refazer, redefinir o Cristianismo a partir da nossa própria situação.

A segunda dificuldade é que essa perspectiva acaba pegando mal para seus próprios defensores. Pergunto: o que eles têm descoberto e oferecido mais recentemente que seja novo acerca do ser e das obras de Deus, da pessoa de Cristo e de sua morte e ressurreição? Quando não caem nas antigas heresias, repetem simplesmente o que já foi dito por outros em tempos passados. A "nova perspectiva sobre Paulo" não deixa de ser uma antiga perspectiva sobre o judaísmo. A nova "busca do Jesus histórico" não tem conseguido oferecer nenhuma reconstrução do Jesus da história que esteja em harmonia com o quadro dele que temos nos evangelhos. A teologia relacional não consegue ir adiante do Deus sociniano, que também desconhecia o futuro.

A terceira dificuldade é que essa perspectiva realmente acaba com a distinção entre teologia certa e teologia errada e anistia todas as heresias já surgidas na história da Igreja. Vamos tomar, por exemplo, a área de soteriologia, que trata da questão da salvação do homem. A doutrina de que o homem é justificado pela fé somente, sem as obras ou méritos humanos, foi estabelecida cedo na Igreja cristã e reafirmada na Reforma protestante. Depois de tantos séculos, nossos teólogos progressistas (ainda não gosto desse rótulo, vou acabar achando outro) têm algo de novo para nos dizer sobre esse ponto? Os que tentaram, caíram nas antigas heresias soteriológicas já discutidas e refutadas ad nauseam pelos Pais da Igreja e pelos Reformadores.

Não me entendam mal. Eu também acredito que a teologia é um construto humano, e como tal, imperfeito, incompleto e certamente relativo. Estou longe de adotar para com a teologia reformada uma postura similar àquela que considera a tradição aristotélica-tomista como a filosofia e/ou teologia "perene". Eu também considero que a teologia é fruto da reflexão humana e, portanto, sempre sujeita às vulnerabilidades de nossa natureza humana decaída. Mas não ao ponto de não poder refletir com uma medida de veracidade e fidelidade a revelação de Deus nas Escrituras. O problema com essa postura relativista é que ela desistiu completamente da verdade. É agnóstica. Eu creio que a teologia, se feita "levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo" (2Co 10.5), se for fiel à revelação bíblica, produzirá sínteses confiáveis que podem servir de referencial para as igrejas de todas as gerações, conforme, aliás, as confissões reformadas elaboradas nos sec. XVI e XVII vêm fazendo há alguns séculos.

Mas, os teólogos relativistas acreditam em que? Em tudo e, portanto, em nada. Eles tentam manter tudo fluido, em permanente devir, sempre abertos para todas as possibilidades. Mas, nesse caso, não teriam que, forçados pela própria lógica, de aceitar também a teologia conservadora como uma teologia legítima? Mas é aqui que a lógica relativista se quebra. Pois para eles, todas as opiniões estão corretas - menos aquela dos conservadores.

Um amigo meu que é teólogo me disse outro dia numa conversa, "a verdade é absoluta, mas minha percepção dela é sempre relativa". Até hoje estou intrigado com essa declaração. Eu o conheço o suficiente para saber que ele não é relativista. Sou obrigado a reconhecer, por força do conhecimento da minha própria limitação e subjetividade, que ele está certo quanto à relatividade da nossa percepção teológica. Mas, por outro lado, reluto em aceitar as conseqüências plenas dessa declaração. Primeiro, como podemos falar de verdade absoluta, se é que sempre temos uma percepção relativa dela? Se existe verdade absoluta, não seria teoricamente possível conhecê-la como tal? Segundo, porque embora pareça humildade, admitir o caráter sempre relativo da nossa percepção implica em admitir que ninguém tem a verdade, o que acaba com a possibilidade do certo e do errado, do verdadeiro e do falso como conceitos públicos, transformando cada indivíduo, ao final, no referencial último dessas coisas. Será que não poderíamos dizer que nós, mesmo enviesados por nossos pressupostos e preconceitos (horizontes), ainda somos capazes, em virtude na nossa humanidade básica compartilhada com as pessoas de todas as épocas - para não mencionar a graça comum e a ação do Espírito Santo -, de perceber a verdade da mesma forma que outras pessoas a perceberam em outros tempos e em outros lugares?

Aqui as palavras de Anthony Thiselton são pertinentes:

"O que será da ética cristã se adotarmos uma perspectiva relativista da natureza humana? Se a experiência da dor, do sofrimento e da cura no mundo antigo não tem qualquer continuidade com qualquer conceito moderno, o que poderemos dizer acerca do amor, auto-sacrifício, santidade, fé, pecado, rebelião, etc.? Ninguém num departamento de línguas clássicas, literatura ou filosofia de uma universidade aceitaria as implicações de um relativismo tão radical. Nada poderíamos aprender sobre a vida, o pensamento, ou ética, dos escritores que viveram em culturas antigas. Com certeza, nenhum estudioso, se pressionado com essas implicações, defenderia até o fim esse tipo de relativismo."

Uma última dificuldade que desejo mencionar é que essa visão, se levada às últimas conseqüências, acaba nos privando da Bíblia. Vejamos. Quem defende essa visão (há exceções, eu sei) geralmente tem dificuldades em aceitar que as Escrituras do Antigo Testamento e Novo Testamento foram dadas por inspiração divina e são, portanto, infalíveis. Nessa lógica, as Escrituras são apenas a reflexão teológica de Israel e da Igreja cristã primitiva. Consideremos as cartas de Paulo. Elas são a teologia do apóstolo, resultado da aplicação que ele fazia das boas novas às situações novas das igrejas nascentes no mundo helênico. Para ser coerente, quem defende que toda teologia é relativa, imperfeita e subjetiva, e que é válida somente dentro dos limites da cultura e da geração em que foi produzida, não poderia aceitar para hoje a teologia de Paulo, a de Pedro, a de João, a de Isaías. Teria de rejeitar as Escrituras como um todo, pois elas são a teologia de Israel e da Igreja, elaboradas em uma época e em uma cultura completamente diferente da nossa.

Para dizer a verdade, há quem faça isso mesmo. Os antigos liberais faziam. Para eles, a Bíblia nada mais era que a teologia (ultrapassada) dos seus autores. O Cristianismo se reduzia a valores éticos e morais, que eram as únicas coisas permanentes nesse mundo. Eu admiro e respeito os antigos liberais. Os de hoje, precisariam assumir o discurso relativista e levá-lo às últimas conseqüências. Pode ser que não conseguiriam absolutamente nada com isso, como acho que não vão conseguir. Mas, pelo menos, teriam o meu respeito - se é que isso vale alguma coisa.

Phil Yancey, teólogo da discórdia


O conceito de Yancey sobre Deus não é bíblico. Ele parece estar afirmando neste livro que Deus age no sentido de trazer sofrimento às nossas vidas porque não O temos amado apropriadamente. Ele também crer que há exemplos, nos quais alguém possa ficar justificadamente “decepcionado com Deus”, até mesmo a ponto de Lhe falar diretamente de sua decepção. Isso implicaria em que Deus de algum modo teria errado ou, pelo menos, agido contra os nossos melhores interesses!

Considerando tanto o livro “Onde está Deus quando chega a dor?” como “Decepcionado com Deus”, poderíamos indagar: Teria havido sequer um caso em que o cristão tivesse razão para “se decepcionar” com Deus? Se tal acontecesse, isso não implicaria em que Deus, de algum modo, tivesse cometido erro? Será que algum crente verdadeiro pode crer realmente que Deus aceita ser “pressionado” por uma das pessoas por Ele redimidas? Será correto, então, brigar com Deus a ponto de “atirar” sobre Ele nossos ressentimentos e críticas, para depois dizer que nada fizemos de errado?

Alguém pode honestamente simpatizar com a dor e frustração do outro, quando ele ou os seus amados sofrem. Muitos têm sido tentados a se zangar, acusando Deus de descaso. Mas não deveria alguém, em vez de sentir culpa sobre tais pensamentos e comportamentos, dizer que isso é aceitável para os cristãos? Quando nos iramos contra Deus, ou até mesmo O decepcionamos, nós pecamos.

Dizer às pessoas que elas nada fizeram de errado, quando “lançaram” sua decepção contra Deus, não é apenas tornar Deus erroneamente apresentado, mas é estar roubando do ofensor a oportunidade de glorificá-Lo no tempo da angústia. Devemos admitir que Deus é justo e correto em tudo que Ele faz, que Ele é soberano sobre todas as coisas e aspectos da vida e que Ele está nos conduzindo à maturidade e santidade através da provação dolorosa. Jim Owen em seu livro - “Christian Psychology’s War on God Word: The Victimization of The Believer - expõe, acertadamente, o problema com uma proposta (como a de Yancey) no sentido de lidar com a provação:

“Que jamais aconteça o caso de nos ressentirmos ou resistirmos a qualquer interferência da parte de Deus, o que poderia privar-nos de nossos mais profundos anseios, pois muitos cristãos que cantam: “Tudo está em paz com minha alma”, estão mentindo. Nada vai bem com a sua alma, pois eles não estão perseverando e nem têm a intenção de fazê-lo, porque são amargos e hostis em relação a Deus e se lamentam, achando que são vítimas em Suas mãos. Outros são um pouco melhores, pois ‘perseveram’ com fria, rígida e estóica humildade, o que faz Deus lembrar-se do quanto eles estão fazendo, apesar da Sua falta de reciprocidade” (p. 84).


Escrito por Roberto Aguiar, no Blog Discernimento Cristão.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O SEGURO-DESEMPREGO


Quem pode requerer o seguro-desemprego?
Todo trabalhador demitido sem justa causa - com contrato regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) -, que trabalhe na mesma empresa por pelo menos seis meses.

Onde requerer?
Em qualquer posto de atendimento do Ministério do Trabalgo, nos postos estaduais do Sine (Sistema Nacional de Emprego) ou nas agências da Caixa Econômica Federal.

Quais documentos é preciso levar?
- Comunicação de Dispensa (via marrom) e Requerimento do Seguro-Desemprego (via verde), que são fornecidos preenchidos pelo empregador após a demissão;
- Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho quitado pelo empregador;
- carteira de Trabalho e Previdência Social;
- documento de identificação (carteira de identidade, certidão de nascimento ou casamento com o protocolo de requerimento de nova identidade, carteira de motorista com foto, passaporte ou certificado de reservista);
- cartão do Cadastro de Pessoa Física (CPF);
- cartão do PIS/PASEP ou Cartão do Cidadão;
- os dois últimos holerites.

Até quanto tempo após a demissão é possível dar entrada no requerimento do seguro?
Até 120 dias corridos contados a partir do dia seguinte ao da demissão.

Quando será paga a primeira parcela?
Trinta dias após a data do requerimento.

Onde receber o dinheiro?
O pagamento só é feito nas agências da Caixa Econômica Federal e em seus correspondentes com a apresentação do Cartão do Cidadão.

Quem estiver recebendo seguro-desemprego e conseguir outro emprego formal, não pode mais ter o benefício?
O benefício é cancelado no caso de admissão em novo emprego. No caso de uma nova demissão, no período máximo de 16 meses da demissão anterior, é possível retomar o recebimento das parcelas. Passado o período de 16 meses, o empregado terá de fazer uma nova requisição do seguro-desemprego.

Qual é o valor do seguro-desemprego?
O valor do benefício varia entre R$ 465 e R$ 870. Veja no fim da página tabela que explica como calcular o valor.

Em quantas parcelas é pago?
- três, para quem trabalhou registrado no mínimo seis meses e no máximo 11 meses;
- quatro, para quem trabalhou registrado no mínimo 12 meses e no máximo 23 meses;
- cinco, para quem trabalhou registrado no mínimo 24 meses.

Quem terá direito aos sete meses de seguro-desemprego anunciados pelo governo?
A ampliação de dois meses é permitida pela legislação em situações de emergência. O governo definiu que os trabalhadores afetados pela crise financeira internacional terão direito aos dois meses adicionais, mas não definiu regras. Sabe-se que só terá direito ao benefício quem foi demitido a partir de dezembro do ano passado. Segundo o Ministério do Trabalho, até o fim do quinto mês do benefício, os trabalhadores afetados saberão se terão ou não direito aos dois meses adicionais.

Como o governo sabe quem continua tendo direito ao benefício?
No pagamento de cada parcela, é verificado na carteira de trabalho se o trabalhador continua na condição de desempregado.

Em que casos o benefício é suspenso?
Na admissão em novo emprego ou no caso de recebimento de benefício continuado da Previdência Social - exceto o auxílio-acidente e a pensão por morte.

COMO CALCULAR O VALOR DO SEGURO-DESEMPREGO
Último salário Cálculo
Menos de R$ 767,60 multiplicar o salário por 0.8. Se o valor for inferior a R$ 465, benefício será de R$ 465
Entre 767,61 a R$ 1.279,46 multiplicar o que exceder a R$ 767,60 por 0.5 e somar a R$ 614,08
Mais de R$ 1.279,46 R$ 870,01
Fonte: G1.

Curado por intervenção divina

Roberto Brum garante que curou lesão na coxa com oração
Volante foi correndo de sua casa até o CT Rei Pelé para provar a si mesmo que estava pronto para jogar, uma semana antes do previsto



Adilson Barros
Santos, SP


A volta do volante Roberto Brum do Santos, contra o Guarani, no último domingo, contrariou a previsão dos médicos. O jogador havia sofrido uma contratura muscular na coxa durante confronto contra o Palmeiras, no dia 8 de fevereiro. Ele voltaria em 15 dias, mas diminuiu em uma semana a estimativa dos médicos. Evangélico, o jogador garante que foi curado por intervenção divina.

O jogador conta que, na véspera do jogo, acordou desanimado, pensando que teria mais uma chata sessão de fisioterapia pela frente, enquanto seus companheiros se preparavam para a partida contra o Bugre. Então, Brum diz que resolveu fazer um teste. Ele mora a cerca de dois quilômetros do CT Rei Pelé e resolveu ir a pé até saber se estava curado da lesão. Diz que confiava que Deus não iria lhe conceder a graça de não sentir mais a lesão.

- Deixei a chave do carro de lado, coloquei uma bermuda e comecei a caminhar. Fui me sentindo bem e resolvi dar um trote. Quando cheguei em frente à Santa Casa (já na rua do CT), pensei: vou dar um pique. Cheguei bem na porta do hotel do Santos e freei com força. Não senti nada e já agradeci: 'obrigado, meu Senhor, estou curado' - contou, arrancando gargalhadas dos repórteres.

Brum diz foi procurar diretamente o fisioterapeuta do Peixe, Nilton Petrone, o Filé, avisando que iria jogar.

- Eu entrei no CT e falei que queria falar com o Filé. Parecia até o Marcelo Teixeira (presidente do clube). Ele disse que eu era louco, que nunca tinha visto um caso como o meu ser curado tão rápido. Mas eu provei que estava bem, que iria jogar e joguei - comenta.

Fonte: GloboEsporte.com.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Pava Ecumênico 3


Reza de novena indicada por Pavablog.

Veja também: Pava Ecumênico 2.

Uberlândia Esporte Clube


Após a estréia com derrota para o Cruzeiro, depois o América e Uberaba, o Uberlândia Esporte Clube demonstrou reação no jogo de domingo (15/02/09), conquistando duas vitórias seguidas (contra Social e Guarani).

Marinho abriu o placar para o Verdão em um primeiro tempo dominado pelo Uberlândia Esporte Clube. No início da segunda etapa, o Guarani empatou em uma finalização que enganou o goleiro Paulo César no quique da bola. O técnico Welington Fajardo fez mudanças táticas, substituiu volante e meia por atacantes e o UEC partiu com tudo para cima do Bugre. Aos 35, veio o segundo gol, com Carlão. Logo depois, Berg fez o terceiro e aos 42, Renna foi o autor do quarto gol fechando o placar no Parque do Sabiá.

Após esta vitória o Verdão assumiu o sétimo lugar na classificação com seis pontos, seis gols a favor e cinco gols contra (saldo positivo de um gol).

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Feliz sexta-feira 13

Os 'piores' vilões dos filmes de terror

Por Sérgio Alpendre, do Cineclick

Sem os vilões, o cinema de terror não teria a menor graça. Por causa deles, ficamos debaixo do lençol esperando o sono chegar (ou, com medo de Freddy Krueger nos apanhar nos sonhos). Confira agora nossa seleção com alguns dos mais conhecidos vilões que barbarizaram nas telas de cinema:

Sexta-feira 13 é sempre uma data emblemática para tudo que pode dar errado, principalmente quando jovens ativos sexualmente são envolvidos. Em uma das séries mais bem-sucedidas do cinema de terror, Jason Voorhees faz o diabo: mata impiedosamente, morre, ressuscita, e até briga com outro vilão clássico, Freddy Krueger, em um filme bem divertido que promove o encontro dos dois.

Michael Myers é o vilão de "Halloween", filme inaugural de outra série de sucesso. Como quase sempre acontece, o primeiro é bem melhor que os seguintes, ainda mais porque seu diretor é o especialista John Carpenter ("Fantasmas de Marte"). É daqueles duros de matar, mas talvez essa seja a grande graça dos vilões que nos assombram desde os anos 70.

O boneco Chucky carrega consigo boa dose de humor. Não por acaso, os dois últimos filmes com o personagem podem muito bem provocar tantas risadas quanto sustos. É um dos personagens mais marcantes do cinema de horror, com sua cara de plástico, sempre sorrindo e cheio de cicatrizes.

Se ficamos acordados, tememos. Se dormimos, tememos mais ainda o que talvez seja o grande vilão do horror moderno, o carismático e brutal Freddy Krueger. Criação de Wes Craven para "A Hora do Pesadelo", Krueger, vivido por Robert Englund, se tornou uma marca tão forte com sua camisa listrada que é difícil se livrar de suas ações assustadoras. Elas não podem nos atingir fisicamente, mas mentalmente o estrago é inevitável.

Jigsaw, o vilão da série "Jogos Mortais", segue aterrorizando público e críticos, embora de maneiras diferentes. Tudo porque a imprensa especializada insiste em atacar seus intentos, e por conseqüência todos os cinco longas da série, enquanto o público delira com cada nova continuação.

Pava Ecumênico 2

"E eis que estou contigo... Pava!"


Fonte: Pavablog.

Veja também: Pava Ecumênico.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Primeiramão: Capa da FUT! de Março!


Essa será a capa da revista FUT! que estará nas bancas à partir do dia 12 de Fevereiro.

A reportagem principal é toda dedicada ao Maior do Mundo: Seus jogadores, comissão técnica, o modo de administração, todo o patrimônio, seu presidente, diretores, suas gestões de futebol e marketing, entre outras informações. A matéria promete ser uma das mais completas reportagens existentes sobre o São Paulo Futebol Clube em toda história da midia impressa.

A revista é de Março mas já fica disponível para a venda à partir do dia 12 de fevereiro nas bancas.

Não percam: Só pela capa dá para ver que a edição de março será um espetáculo!

PS: Enquanto isso, um clube adversário (que não me recordo o nome), prepara a confecção de um livro para ser lançado durante o ano de comemoração de seu centenário (”cem” Libertadores e “cem” estádio). Dizem que a expectativa em torno deste misterioso lançamento (foto inédita ao lado) é tão grande que os fiéis torcedores prometem disputar a edição limitada comemorativa a bicadas!

By Blog do Torcedor do SPFC.

as quatro peles - Afonso Lara