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terça-feira, 8 de junho de 2010

Evangélicos paraguaios desaprovam medidas da Fifa contra expressão religiosa

Agência EFE - Yahoo! Esportes

Assunção, 8 jun (EFE).- A Associação de Pastores Evangélicos do Paraguai (Apep) expressou hoje sua desaprovação quanto às normas vigentes na Fifa sobre as proibições de manifestações religiosas e que também serão válidas na Copa do Mundo da África do Sul.


A Apep, que reúne quase 1.800 pastores evangélicos cristãos, informou em comunicado sobre sua postura "após receber correspondências e ligações telefônicas de diferentes países nas quais expressam a preocupação pela suposta proibição de orar durante o Mundial da África do Sul".


O documento menciona que "tal proibição é atribuída ao presidente da Fifa, Joseph Blatter", que, segundo o texto, "teria manifestado que a oração incentiva a violência".


A Apep sustenta "que a oração nunca foi motivo para incentivar a violência" e que a mesma "incentiva a amizade, a fraternidade, a unidade, a tolerância e a paz".


"Também recebemos a denúncia de que a Fifa proibiria, por exemplo, que um jogador mostre uma camisa com alguma inscrição relacionada a sua fé", diz outro parágrafo do comunicado.


"Isto também é inadmissível, porque atenta contra a liberdade religiosa e a liberdade de consciência, direitos consagrados em todas as Constituições Nacionais dos cinco continentes", afirma a Apep.


Finalmente, os pastores evangélicos paraguaios, cujo país participará pela quarta vez consecutiva de um Mundial, solicitaram "encarecidamente às autoridades da Fifa, no caso que as denúncias que fazemos sejam verídicas, que deixem sem efeito as supostas proibições da oração e expressão de fé durante" a competição. EFE

Um comentário:

Le... disse...

Se pensarmos que ao orar, @#$%-se ao seu "deus" que intervenha na decisão do jogo, sim concordo com o conselho de Joseph. Se pensarmos por outro lado que a oração é pela integridade física e pela manutenção da ordem, não concordo com Joseph.
Não acredito que um pensamento gere Violência. Acridito que a violência gera a violência. A religião gera violência a partir do momento que não se sabe aceitar o ponto de vista do outro, isso sim é violência. Acreditar que é o dono da verdade e querer anular qqr tipo de diferença de pensamento é violência e aí sim a violência gera a violência de que se fala.
Violência por violência o proprio futebol (ainda mais na copa do mundo) pode ser considerado um causador de violência. Até por que não existe (atualemente) nada mais catartico do que o futebol, que nessa época só tende a aflorar um pensamento nacionalista (que gerou muitas catástrofes historicas), que separa os países através de jogadores que já não têm mais identidade com os países que representam, que faz com que vizinhos de continente que deveriam ter um bom relacionamento (Brasil x Argentina) tenham uma rivalidade que consequentemente ultrapassa as 4 linhas. Um esporte que movimento milhões e que faz crescer a desigualdade social deixando garotos milhonarios aos 18 enquanto outros na doce ilusão deixam de estudar para que ocorra o mesmo, caindo assim numa larga pobresa.
Eu amo o futebol, gosto muito, meu time é tri-campeão mundial (e carrega um estigma que tráz o preconceito homofobico), meu país é penta (mas não expressa o mesmo sucesso na educação). Ou seja, acredito que se quer chegar a "paz mundial" não vai dá pelo futebol não. Oremos para que os mandantes desse classico Ricos x Pobres tem igualar o placar que está muito desigual.