Viagra estende seus benefícios à vida sexual das mulheres com depressão A pílula azul alivia efeitos colaterais dos antidepressivos
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Novo México, publicado no Journal of American Medical Association, sugere que os benefícios do Viagra vão além de seus efeitos contra a impotência masculina. A pílula azul se mostrou eficaz também no tratamento das disfunções sexuais de mulheres que sofrem com depressão.
A falta de apetite sexual é apontada como efeito secundário dos antidepressivos. (...) mais da metade dos pacientes que fazem uso de antidepressivos desenvolvem problemas sexuais. Os transtornos são mais intensos em pessoas que tomam drogas que aumentam a serotonina no cérebro. A suspeita é de que a substância seja responsável por diminuir orgasmos, já que reduz a liberação de outro neurotransmissor, a dopamina.
(...) muitas pacientes abandonam o tratamento da depressão por causa deste efeito colateral. (...).
Metade das participantes do estudo recebeu placebo, enquanto a outra metade tomou um comprido de Viagra de uma a duas horas antes da relação sexual. (...) A experiência foi feita durante oito semanas e as mulheres se comprometeram a fazer sexo ao menos uma vez na semana.
Os resultados apontam que cerca de 70% das mulheres que tomaram Viagra relataram melhora na performance sexual. O mesmo relato foi feito por apenas 28% das mulheres que fizeram uso de placebo. As descobertas, no entanto, giram em torno da facilidade para chegar ao orgasmo, sem estender os benefícios a outros aspectos, como aumento de desejo.
(...) Além disso, os pesquisadores alertaram para um fato preocupante: 43% das mulheres que consumiram Viagra sentiram dores de cabeça. Indigestão e vermelhidão na pele também foram efeitos colaterais notados por algumas mulheres do mesmo grupo.
Quer ler na íntegra, acesse minhavida.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Fluminense X São Paulo, Show de Horror no Maraca.
Com uma das mais medíocres atuações de toda a sua história em campeonatos brasileiros, o São Paulo dá SHOW DE HORROR em campo, perde do Fluminense no Rio, reabilita o combalido adversário, toma um OLÉ justíssimo, faz o torcedor gastar tempo e luz na frente da TV, estaciona na tabela e fica a 8 pontos de distância do primeiro colocado.Um jogo para se esquecer?
NÃO! Foi um jogo para torcida, comissão técnica e principalmente diretoria lembrarem que alguns jogadores deste elenco ou merecem banco, ou atuar em outra posição ou nem vestir um manto tão sagrado quanto o do São Paulo Futebol Clube!
Passou Batido... (5)
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Feito nas Coxas
Calma! Antes de imaginar besteiras, leia a explicação abaixo:
No Brasil, na época da escravidão, os escravos doentes ou incapacitados para fazer trabalhos pesados, eram encarregados de realizar uma tarefa aparentemente fácil. Cabia-lhes modelar com barro, usando suas coxas, as telhas das casas.
O problema é que cada escravo tinha a coxa de tamanho e formato diferentes, razão pela qual as telhas, depois de prontas, ficavam desiguais.
Como Conseqüência o telhado depois de montado ficava torto, desalinhado, com aparência de ter sido malfeito. Daí surgiu a expressão "feito nas coxas".
Eis a razão de que nos dias atuais quando alguém faz algo sem muito zelo ou sem qualidade, costuma-se dizer que aquilo foi "feito nas coxas".
Fonte: Cerâmica no Rio.
No Brasil, na época da escravidão, os escravos doentes ou incapacitados para fazer trabalhos pesados, eram encarregados de realizar uma tarefa aparentemente fácil. Cabia-lhes modelar com barro, usando suas coxas, as telhas das casas.
O problema é que cada escravo tinha a coxa de tamanho e formato diferentes, razão pela qual as telhas, depois de prontas, ficavam desiguais.
Como Conseqüência o telhado depois de montado ficava torto, desalinhado, com aparência de ter sido malfeito. Daí surgiu a expressão "feito nas coxas".
Eis a razão de que nos dias atuais quando alguém faz algo sem muito zelo ou sem qualidade, costuma-se dizer que aquilo foi "feito nas coxas".
Fonte: Cerâmica no Rio.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Danilo Gentili no Campo de Centeio
Senhoras e senhores leitores deste blog (O Apanhador), é com grande honra que recebemos neste campo de centeio: Ele, que é um dos maiores gênios da televisão brasileira; um dos principais – por que não o principal? – divulgadores e representantes da comédia stand-up no Brasil, um tipo de comedia popular nos EUA, no qual o comediante encara o publico e abusa do improviso e; tornou adorado por milhões de brasileiros o seu grande personagem, o repórter inexperiente, que de inexperiente não tem nada; eu vos apresento... Danilo Gentili!
O Apanhador - Danilo, obrigado desde já pela sua receptividade e por dar essa entrevista ao blog. Pra começar, você já leu O Apanhador no Campo deCenteio?
Danilo - Eu nunca li... mas deve ser triste a historia desse cara do livro, pois ele vive apanhando no campo de centeio...
O Apanhador - Existe algum assunto que você ache que deve ser abordado de maneira séria?
Danilo - O unico assunto que deve ser abordado de maneira séria é o mau trato que o ser humano dá aos animais e a todo ser vivo indefeso. A covardia humana parece nao ter fim. Acho que o ser humano é o unico ser vivo que pisa no menor sem ser por sobrevivencia, apenas pra conquistar o supérfluo. Acho que esse é o unico assunto que deve ser levado a serio. Todos os outros assuntos que os humanos inventaram como politica, religiao, cultura, nao passam de meras piadas... e muitas de mal gosto...
O Apanhador - Como você se comportava -ou não- na escola?
Danilo - Me comportava mal. Sem exagero nenhum, a média era que eu ia pra diretora 1 ou 2 vezes por semana. Ja fui expulso... ja cai do telhado da escola. Ele arrebentou comigo, eu cai no meio do pátio na hora do recreio e quebrei as duas pernas... Eu desenha durante as aulas o que chamava de "planitos". Eram planos pra fazer merda na escola, assim como o coiote desenha planos pra ferrar o papa-léguas eu desenhava pra ferrar a escola. Com a diferença que os meus planos davam certo... um dia vou publicar um livro só com eles...
O Apanhador - Voce já foi realmente expulso da igreja por um pastor?
Danilo - Na igreja católica fui convidado a me retirar do catecismo. Mas continuei católico. Um dia li a biblia e percebi q jamais poderia continuar sendo católico se quisesse acreditar que a Biblia é a palavra de Deus. Então busquei uma igreja que estivesse mais de acordo. Mas acho que encontrei apenas uma que estava em menos desacordo. Tambem fui convidado por um pastor a me retirar da igreja... e por irmãos a nao pregar mais... Pensei em ser padre..e em ser pastor... acabei virando humorista... pelo menos no fim das contas fiz as pessoas rirem (e não chorarem).
O Apanhador - Qual a historia da sua touca de estimação e qual foi o seu fim?
Danilo - Eu roubei a touca de um amigo meu... o nome dele é Carlos e acho que ele é o desenhista mais talentoso que ja conheci. Eu roubei a touca dele num dia de frio, quando éramos estagiarios (ou melhor, escravos) em um shopping no ABC... mas eu perdi ela no cinema com uma amiga minha... foi triste.. desculpe... não gosto de falar muito sobre o episódio... é doloroso...
O Apanhador - O CQC (Custe o Que Custar – Band, segunda-feira às 22:00h) trouxe àtelevisão brasileira um programa que une inteligência, crítica e comédia e é hoje sucesso absoluto, deixando para trás a má fama que diz que o brasileiro só valoriza o humor banal. Nós, espectadores, sentimos uma incrível harmonia entre a equipe do CQC. E para você, como é trabalhar com caras como o Marcelo Tas, o Rafael Bastos e o Cortez, Oscar Filho, Marco Luque e Felipe Andreoli? O que acha desse projeto, o CQC?
Danilo - Na verdade trabahamos separados. Cada um sai pra rua. Posso dizer que adoro todos os repórteres...Cortez, Oscar, Andreoli... são ótimos, todos ótimos... no fundo acho o trabalho dos repórteres mais dificil do que a bancada...os repórteres viajam... dão a cara a tapa... mas tudo isso seria em vão se a bancada nao fosse competente para nos apresentar... e a bancada seria em vão se o os roteiristas nao fossem ótimos pra escrever para eles aquelas tiradas... e do que adiantaria os roteiristas sem a produção... e a produçao sem a direção? O CQC é um trabalho de uma equipe competente com vontade de fazer um ótimo programa, sem duvida.
O Apanhador - De onde surgiu a idéia do repórter inexperiente?
Danilo - Ele é um quadro do formato do CQC. Lógico, natural que eu fiz ele do meu jeito... Então ele é um pouco meu também... pelo menos no Brasil.
O Apanhador - Qual foi a melhor entrevista do repórter inexperiente e por quê?
Danilo - Uma foi bem diferente da outra, não acho que tenha tido uma melhor..depende do que voce quer ver... quer ver uma mulher puta da vida? Da marcia foi melhor. Quer ver alguém que tentou me ajudar? Quer ver um padre humilde? Tem o padre marcelo...
O Apanhador - E no palco, como você vê as excelentes criticas recebidas pelo seu show Comédia ao Vivo?
Danilo - Olha... eu fico feliz que até o momento eu tenha só recebido criticas positivas pelo trabalho tanto no CQC como no stand-up... porem confesso que temo um dia acharem que sou uma farsa e começarem a meter o pau... eu sou alguém normal... não me acho nada excepcional... e quando leio algum elogio penso: "droga... eles estão sendo enganados, alguém precisa avisá-los...".
O Apanhador - Você se considera tão bom comediante quanto péssimo músico (brincadeira xD)?
Danilo - Ahuuah... Eu me considero um ótimo musico e um péssimo comediante.
O Apanhador - E sobre os seus quadrinhos, já vi alguns pela internet e são realmente bons. Não pretende publicá-los?
Danilo - Eu adoraria publicá-los, mas no momento nao tenho tempo pra me dedicar a isso....
O Apanhador - Quais são os seus proximos projetos e o que você planeja para o seu futuro?
Danilo - O Futuro a Deus pertence... Espero que ele seja bom pra mim como tem sido o presente.
Vlw Danilo!
Entrevista feita pelo Blog O Apanhador no Campo de Centeio.
P.S.: O texto não foi revisado para ser postado neste blog. Segue na íntegra... inclusive com os erros gramaticais.
O Apanhador - Danilo, obrigado desde já pela sua receptividade e por dar essa entrevista ao blog. Pra começar, você já leu O Apanhador no Campo deCenteio?
Danilo - Eu nunca li... mas deve ser triste a historia desse cara do livro, pois ele vive apanhando no campo de centeio...
O Apanhador - Existe algum assunto que você ache que deve ser abordado de maneira séria?
Danilo - O unico assunto que deve ser abordado de maneira séria é o mau trato que o ser humano dá aos animais e a todo ser vivo indefeso. A covardia humana parece nao ter fim. Acho que o ser humano é o unico ser vivo que pisa no menor sem ser por sobrevivencia, apenas pra conquistar o supérfluo. Acho que esse é o unico assunto que deve ser levado a serio. Todos os outros assuntos que os humanos inventaram como politica, religiao, cultura, nao passam de meras piadas... e muitas de mal gosto...
O Apanhador - Como você se comportava -ou não- na escola?
Danilo - Me comportava mal. Sem exagero nenhum, a média era que eu ia pra diretora 1 ou 2 vezes por semana. Ja fui expulso... ja cai do telhado da escola. Ele arrebentou comigo, eu cai no meio do pátio na hora do recreio e quebrei as duas pernas... Eu desenha durante as aulas o que chamava de "planitos". Eram planos pra fazer merda na escola, assim como o coiote desenha planos pra ferrar o papa-léguas eu desenhava pra ferrar a escola. Com a diferença que os meus planos davam certo... um dia vou publicar um livro só com eles...
O Apanhador - Voce já foi realmente expulso da igreja por um pastor?
Danilo - Na igreja católica fui convidado a me retirar do catecismo. Mas continuei católico. Um dia li a biblia e percebi q jamais poderia continuar sendo católico se quisesse acreditar que a Biblia é a palavra de Deus. Então busquei uma igreja que estivesse mais de acordo. Mas acho que encontrei apenas uma que estava em menos desacordo. Tambem fui convidado por um pastor a me retirar da igreja... e por irmãos a nao pregar mais... Pensei em ser padre..e em ser pastor... acabei virando humorista... pelo menos no fim das contas fiz as pessoas rirem (e não chorarem).
O Apanhador - Qual a historia da sua touca de estimação e qual foi o seu fim?
Danilo - Eu roubei a touca de um amigo meu... o nome dele é Carlos e acho que ele é o desenhista mais talentoso que ja conheci. Eu roubei a touca dele num dia de frio, quando éramos estagiarios (ou melhor, escravos) em um shopping no ABC... mas eu perdi ela no cinema com uma amiga minha... foi triste.. desculpe... não gosto de falar muito sobre o episódio... é doloroso...
O Apanhador - O CQC (Custe o Que Custar – Band, segunda-feira às 22:00h) trouxe àtelevisão brasileira um programa que une inteligência, crítica e comédia e é hoje sucesso absoluto, deixando para trás a má fama que diz que o brasileiro só valoriza o humor banal. Nós, espectadores, sentimos uma incrível harmonia entre a equipe do CQC. E para você, como é trabalhar com caras como o Marcelo Tas, o Rafael Bastos e o Cortez, Oscar Filho, Marco Luque e Felipe Andreoli? O que acha desse projeto, o CQC?
Danilo - Na verdade trabahamos separados. Cada um sai pra rua. Posso dizer que adoro todos os repórteres...Cortez, Oscar, Andreoli... são ótimos, todos ótimos... no fundo acho o trabalho dos repórteres mais dificil do que a bancada...os repórteres viajam... dão a cara a tapa... mas tudo isso seria em vão se a bancada nao fosse competente para nos apresentar... e a bancada seria em vão se o os roteiristas nao fossem ótimos pra escrever para eles aquelas tiradas... e do que adiantaria os roteiristas sem a produção... e a produçao sem a direção? O CQC é um trabalho de uma equipe competente com vontade de fazer um ótimo programa, sem duvida.
O Apanhador - De onde surgiu a idéia do repórter inexperiente?
Danilo - Ele é um quadro do formato do CQC. Lógico, natural que eu fiz ele do meu jeito... Então ele é um pouco meu também... pelo menos no Brasil.
O Apanhador - Qual foi a melhor entrevista do repórter inexperiente e por quê?
Danilo - Uma foi bem diferente da outra, não acho que tenha tido uma melhor..depende do que voce quer ver... quer ver uma mulher puta da vida? Da marcia foi melhor. Quer ver alguém que tentou me ajudar? Quer ver um padre humilde? Tem o padre marcelo...
O Apanhador - E no palco, como você vê as excelentes criticas recebidas pelo seu show Comédia ao Vivo?
Danilo - Olha... eu fico feliz que até o momento eu tenha só recebido criticas positivas pelo trabalho tanto no CQC como no stand-up... porem confesso que temo um dia acharem que sou uma farsa e começarem a meter o pau... eu sou alguém normal... não me acho nada excepcional... e quando leio algum elogio penso: "droga... eles estão sendo enganados, alguém precisa avisá-los...".
O Apanhador - Você se considera tão bom comediante quanto péssimo músico (brincadeira xD)?
Danilo - Ahuuah... Eu me considero um ótimo musico e um péssimo comediante.
O Apanhador - E sobre os seus quadrinhos, já vi alguns pela internet e são realmente bons. Não pretende publicá-los?
Danilo - Eu adoraria publicá-los, mas no momento nao tenho tempo pra me dedicar a isso....
O Apanhador - Quais são os seus proximos projetos e o que você planeja para o seu futuro?
Danilo - O Futuro a Deus pertence... Espero que ele seja bom pra mim como tem sido o presente.
Vlw Danilo!
Entrevista feita pelo Blog O Apanhador no Campo de Centeio.
P.S.: O texto não foi revisado para ser postado neste blog. Segue na íntegra... inclusive com os erros gramaticais.
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Tempos de Política
Charge retirada do Blog do Ozaí Leandro Ferraz, almenarense ausente, graduando do curso de Historia da UFU escreve sobre politica.
Tempos de Política
Para grande parte da população, falar de política é falar de voto. Mas, não é bem assim. Somos seres políticos, utilizamos a política em tudo o que fazemos: relacionamento entre casal, pais e filhos, amizades, professores e alunos, patrões e empregados etc. Porém, a política só é percebida em ano eleitoral. E é justamente nesta época que aparece outro fator que, para aquela grande parte da população acima citada, também virou sinônimo de política: as promessas eleitoreiras.
Parece coisa de tempos remotos, mas não é. Está presente ainda hoje. É muito comum candidatos, principalmente para vereadores, prometerem mais do que a futura função lhes permite. Antes de irmos às urnas, fiquemos atentos. Vamos procurar saber qual é o verdadeiro papel de um vereador; o que pode e o que não pode um prefeito; e o vice-prefeito, qual a sua função?
Política não é brincadeira. Muitos conhecidos como “políticos profissionais” aproveitam a falta de informação dos eleitores para se perpetuarem no poder. Precisamos, enquanto cidadãos e eleitores, fazer valer o nosso voto. Essa é uma de nossas armas, a indignação é outra. Não desperdicemos a chance promovermos mudança em nossa cidade.
Um voto errado (sem consciência, vendido, anulado) causa um estrago tão grande que, temos de esperar mais quatro anos para tentar consertar. E quando o prejuízo é muito grande será mais quatro anos correndo atrás daquilo que perdemos ao invés de avançarmos em melhorias.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Fadiga ocular afeta mais de 60% das pessoas
São Paulo, 4 de Agosto de 2008 - Um levantamento recente da multinacional francesa Essilor, fabricante das lentes multifocais Varilux, apontou que 60% das pessoas entre 20 e 45 anos de idade - tanto usuários de óculos quanto não-usuários - sofrem de fadiga ocular quase que diariamente.
O estresse foi apontado como uma das principais causas do distúrbio, que se manifesta, primeiramente, com dores constantes de cabeça, testa e ardência nos olhos. "O mal atinge tanto os usuários de óculos quanto os não-usuários que passam por períodos prolongados focalizando objetos a curta distância, como por exemplo, o computador", diz Marcus Sáfady, oftalmologista e consultor do Instituto Varilux da Visão. "Manter o olhar fixo na tela do computador não é tarefa fácil para os olhos, pois exige um esforço constante de foco na chamada visão de perto e na visão intermediária", explica Marcus Sáfady.
Segundo diz, as imagens do computador são pequenas demais e muitas vezes exibidas por trás de uma superfície refletora, e isso agrava o problema. "Além disso, as bordas irregulares dos pixels da tela do computador dificultam a focalização, mais do que as bordas lisas das letras tipográficas dos livros", diz o oftalmologista. Ele acrescenta que o brilho, o reflexo e a iluminação ambiente acabam tornando-se, muitas vezes, agravantes da exaustão da visão. "O ambiente em que a atividade é desempenhada pode ter um impacto negativo sobre o conforto visual. A qualidade e a quantidade da iluminação ambiente, a ventilação, poeira e fumaça de cigarro são outros fatores agravantes", observa.
O médico diz que, quando olhamos para longe, o olho está em estado de repouso. "Quando focamos objetos que estão a mais ou menos meio metro de distância, fazemos um esforço grande para enxergar. Este esforço extremo é chamado de esforço de acomodação e causa o cansaço do músculo pela repetição. Como qualquer músculo de nosso corpo, o músculo ciliar se cansa facilmente com esforços repetitivos, mas muitas vezes não nos damos conta de que ao checar e-mails, por exemplo, a visão é submetida a um exercício grande que, quase sempre, causa desconforto para os olhos."
Quando o problema surge, é sinal de que os olhos estão precisando de descanso. Os primeiros sintomas da fadiga se manifestam em menos de uma hora após o início da atividade repetitiva. "Quando o olho focaliza um objeto a curta distância, faz ajustes imperceptíveis e incontroláveis para obter o foco. É como se uma câmera digital estivesse fazendo o zoom. Esses ajustes são chamados de microflutuações da acomodação visual. E são realizados através das contrações de um músculo dentro do olho. Com seus músculos comprometidos, o olho fica incapaz de criar o foco exato, ocorrendo então os sintomas da fadiga ocular - dificuldade de foco, tontura e cansaço físico extremo", diz Sáfady.
Muita gente confunde os sintomas da fadiga ocular com a "vista cansada", ou seja, com a presbiopia. Esta, no entanto, aparece geralmente após principalmente após os 45 anos, e é um processo natural de degeneração do organismo humano. "Caracteriza-se pela perda da capacidade do músculo ciliar em alterar o formato do cristalino. Já a fadiga resulta do esforço acomodativo contínuo", discorre o médico.
Ele dá as seguintes dicas para evitar a fadiga: deixar o monitor 45 graus abaixo da linha horizontal do olhar, pois, na visão de perto, o olho enxerga de cima para baixo e de fora para dentro; sempre que possível descansar entre 5 e 10 minutos a cada hora; na frente do computador, as pessoas piscam menos, então é preciso lembrar-se de piscar de vez em quando ou usar colírio a cada uma hora; levantar e caminhar pela sala; evitar possíveis reflexos na tela, usando um protetor com anti-reflexo, por exemplo.
(Gazeta Mercantil - Alexandre Staut)
Notícia do Yahoo!
O estresse foi apontado como uma das principais causas do distúrbio, que se manifesta, primeiramente, com dores constantes de cabeça, testa e ardência nos olhos. "O mal atinge tanto os usuários de óculos quanto os não-usuários que passam por períodos prolongados focalizando objetos a curta distância, como por exemplo, o computador", diz Marcus Sáfady, oftalmologista e consultor do Instituto Varilux da Visão. "Manter o olhar fixo na tela do computador não é tarefa fácil para os olhos, pois exige um esforço constante de foco na chamada visão de perto e na visão intermediária", explica Marcus Sáfady.
Segundo diz, as imagens do computador são pequenas demais e muitas vezes exibidas por trás de uma superfície refletora, e isso agrava o problema. "Além disso, as bordas irregulares dos pixels da tela do computador dificultam a focalização, mais do que as bordas lisas das letras tipográficas dos livros", diz o oftalmologista. Ele acrescenta que o brilho, o reflexo e a iluminação ambiente acabam tornando-se, muitas vezes, agravantes da exaustão da visão. "O ambiente em que a atividade é desempenhada pode ter um impacto negativo sobre o conforto visual. A qualidade e a quantidade da iluminação ambiente, a ventilação, poeira e fumaça de cigarro são outros fatores agravantes", observa.
O médico diz que, quando olhamos para longe, o olho está em estado de repouso. "Quando focamos objetos que estão a mais ou menos meio metro de distância, fazemos um esforço grande para enxergar. Este esforço extremo é chamado de esforço de acomodação e causa o cansaço do músculo pela repetição. Como qualquer músculo de nosso corpo, o músculo ciliar se cansa facilmente com esforços repetitivos, mas muitas vezes não nos damos conta de que ao checar e-mails, por exemplo, a visão é submetida a um exercício grande que, quase sempre, causa desconforto para os olhos."
Quando o problema surge, é sinal de que os olhos estão precisando de descanso. Os primeiros sintomas da fadiga se manifestam em menos de uma hora após o início da atividade repetitiva. "Quando o olho focaliza um objeto a curta distância, faz ajustes imperceptíveis e incontroláveis para obter o foco. É como se uma câmera digital estivesse fazendo o zoom. Esses ajustes são chamados de microflutuações da acomodação visual. E são realizados através das contrações de um músculo dentro do olho. Com seus músculos comprometidos, o olho fica incapaz de criar o foco exato, ocorrendo então os sintomas da fadiga ocular - dificuldade de foco, tontura e cansaço físico extremo", diz Sáfady.
Muita gente confunde os sintomas da fadiga ocular com a "vista cansada", ou seja, com a presbiopia. Esta, no entanto, aparece geralmente após principalmente após os 45 anos, e é um processo natural de degeneração do organismo humano. "Caracteriza-se pela perda da capacidade do músculo ciliar em alterar o formato do cristalino. Já a fadiga resulta do esforço acomodativo contínuo", discorre o médico.
Ele dá as seguintes dicas para evitar a fadiga: deixar o monitor 45 graus abaixo da linha horizontal do olhar, pois, na visão de perto, o olho enxerga de cima para baixo e de fora para dentro; sempre que possível descansar entre 5 e 10 minutos a cada hora; na frente do computador, as pessoas piscam menos, então é preciso lembrar-se de piscar de vez em quando ou usar colírio a cada uma hora; levantar e caminhar pela sala; evitar possíveis reflexos na tela, usando um protetor com anti-reflexo, por exemplo.
(Gazeta Mercantil - Alexandre Staut)
Notícia do Yahoo!
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Pasto universal do reino de Deus
Aedes = desagradável + aegypti = Egito. Proteção divina contra dengue.
Você receberá um cálice com o óleo santo para que todos sejam livres desta epidemia.
O endereço não deixa dúvidas. Catedral Mundial da Fé, na av. Dom Hélder Câmara, digo, av. Suburbana, Rio de Janeiro. Caso seja eleito, não é improvável que Marcelo Crivella tente revogar decreto do ex-prefeito Luis Paulo Conde para devolver à avenida seu antigo nome.
Água benta do rio Jordão, rosa milagrosa, sal abençoado, campanha para trocar o anjo da guarda, lenços ungidos... Não há limites nos expedientes usados pela Igreja Universal para atrair mais pessoas. Qualquer pessoa com conhecimentos bíblicos elementares pode discorrer sobre a falta de embasamento nas Escrituras para a maioria das práticas da denominação. No entanto, a igreja tem sido agressiva nas retaliações e, como resultado, poucos ousam questionar as táticas da organização.
Classificada pela Veja como “a empresa que mais cresce no país”, a Universal é tema controverso até entre os pesquisadores. Para Andeers Ruuth, ela pode ser definida como “Igreja de Supermercado”. O cara vê a placa “pare de sofrer” enquanto passa pela rua, entra no templo, assiste à reunião, dá uma oferta (momento mais importante) e vai embora.
Eduardo Refkalefsky e Cyntia Lima discordam. Para eles, pastores e obreiros trabalham com o intuito de transformar o freqüentador esporádico em fiel assíduo e, claro, dizimista. Seja qual for o trabalho acadêmico, todos concordam num ponto: a ênfase na grana. Para entender um pouco melhor a questão, é necessário voltar aos primeiros passos da caminhada de Edir Macedo no evangelho.
Durante doze anos, ele foi membro atuante da Igreja Pentecostal de Nova Vida, comunidade emergente na década de 60 fundada por Robert McAlister. Segundo relatos, o missionário canadense era tão convincente na hora das ofertas que era comum as pessoas doarem até o dinheiro da passagem do ônibus de volta.
Em seu livro “Dinheiro: Um assunto altamente espiritual”, McAlister revela seu modus operandi: “Durante mais de 25 anos tenho assumido o púlpito com duas coisas preparadas: minha mensagem bíblica e o apelo para as ofertas. Sempre soube que nenhuma das duas pode ser improvisada, resultando quase sempre a improvisação em fracasso”. Macedo foi um bom aluno e hoje tem, digamos, uma espécie de “Livre-docência” na área.
“Antes” e “depois”
Ao menos por um instante, vou deixar Maquiavel quieto e afirmar com indisfarçável satisfação que a Universal é uma das comunidades mais acolhedoras do segmento evangélico. Calcula-se que o exército de obreiros no país tenha mais de 500 mil integrantes. Travestis hipermaquiados e pessoas humildes malvestidas são tão bem-recebidas nos templos quanto uma perua que pisa seus sapatos Prada em outra igreja neopentecostal. Com mais de seis milhões de membros, a igreja tem um histórico enooorme de vidas transformadas, especialmente nos extratos marginalizados.
Com perdão pelo clichê, é possível afirmar que a Universal foi um divisor de águas no protestantismo brasileiro. A igreja completou 30 anos em julho do ano passado e construiu um império de comunicação com 23 emissoras de TV e 40 de rádio. Reportagem da Folha de S.Paulo que provocou uma enxurrada de processos orquestrados revelou que a holding macedônica tem ainda outras 19 empresas registradas em nome de 32 membros da igreja, na maioria bispos.
A ascensão da Universal promoveu no Brasil um matrimônio quase indissolúvel. Após seu crescimento vertiginoso, o termo “dinheiro” com freqüência vem à mente quando alguém ouve a palavra “evangélicos”. Pelo mesmo raciocínio simplista, pastores são confundidos com charlatões. Várias igrejas chamadas “tradicionais” tiveram de alterar o discurso na hora de recolher dízimos e ofertas para não serem confundidas com a denominação que mais deslustrou a imagem do rebanho verde-amarelo em toda a história. Pesquisa do Vox Populi de 1996 mostrou que a IURD é a mais desaprovada das grandes instituições brasileiras, com apenas 17 % de aprovação. O índice é menor até que o do Congresso Nacional. Fogueira nada santa.
Meu coração era preto
Alguns episódios contribuíram para enodoar o prestígio da Universal. Em 12 de outubro de 1995, o então bispo Sérgio von Helde cismou de dar chute numa imagem de Nossa Senhora Aparecida em pleno feriado da Padroeira. As imagens transmitidas na noite seguinte no Jornal Nacional provocaram um verdadeiro deus-nos-acuda. Trocadilho à parte, não houve socorro divino capaz de consertar a pisada na santa, digo, na bola.
O prejuízo doeu numa parte extremamente sensível da denominação: o bolso. Grandes anunciantes cancelaram contratos com a TV Record e houve queda no número de freqüentadores, especialmente no México e na Espanha. Segundo Macedo, von Helde atrasou o trabalho da igreja em dez anos. Em 2006, ele saiu da Universal em razão de novos chutes, desta vez no sentido figurado. Após ser punido por maltratar outros pastores, ele se desligou da igreja.
No final do mesmo ano de 1995, a TV Globo exibiu também no Jornal Nacional o vídeo que mostra momentos de descontração de Macedo e alguns pastores. Após uma partida de futebol, o líder da Universal ensina como pedir ofertas e inscreveu nos anais da trajetória do rebanho a indefectível expressão “dá ou desce”. Nem o sabonete de arruda foi capaz de retirar a mácula na imagem da instituição e até hoje o vídeo é hiperacessado no YouTube.
A guerra aos umbandistas é uma das grandes e controvertidas marcas da Universal. Ao mesmo tempo que combate as religiões afro, se apropria não apenas de expressões do dialeto do candomblé, como coloca os pastores de roupa branca nas chamadas “sessões de descarrego”. Após inúmeros protestos e processos, o grau de beligerância arrefeceu um pouco, porém a intolerância continua em alta. Uma confissão ligeira: nunca compreendi o fato de, a despeito do extenso know-how em práticas exorcistas, nunca terem obtido sucesso em afastar a única entidade cujo nome foi revelado por Jesus: Mamom.
Uma nova história
A despeito do sucesso empresarial, a comunicação tem sido um calcanhar-de-aquiles na organização. Sobram números e falta influência, num simulacro perfeito do que acontece com o povo de Deus. Por exemplo, publicam o jornal com maior tiragem do país e raramente uma linha ultrapassa as fronteiras dos templos de gosto duvidoso.
No ano passado, toda a mídia fez estardalhaço com o lançamento de “O Bispo: a história revelada de Edir Macedo”, publicado pela Larousse. Diretor de jornalismo da TV Record, Douglas Tavolaro incorporou o espírito “reescrevinhador” de Ali Kamel e amalgamou novas versões para cada uma das nódoas com veleidades e irrelevâncias sem-fim. Entidades ecológicas deveriam protestar com o destino triste de tantas árvores. O livro não vendeu o esperado nas livrarias e, claro, fez sucesso nos templos da igreja.
É provável que um livro de receitas de dona Ester (esposa de Macedo) obtivesse o mesmo patamar de vendas. Ao menos, seríamos poupados da constrangedora tentativa de transformar Macedo em mártir por conta de sua prisão em 24 de maio de 1992. Os mártires do cristianismo não merecem tamanho vitupério.
A lua-de-mel com a mídia durou somente o período em que a igreja obteve espaços generosos para divulgar a obra soporífera e chapa-alva de Tavolaro. Atualmente, chamar a denominação de “seita” já é suficiente para render um processo contra quem cometeu tal “heresia”. Penso que deveriam se preocupar bem mais com as palavras que irão ouvir naquele dia em que os bodes serão separados das ovelhas.
No poema “O guardador de rebanhos”, Alberto Caeiro afirma que “pensar é estar doente dos olhos”. Que o Eterno Guardador do rebanho continue velando e abençoando cada uma das dedicadas ovelhas de seu pasto universal. Afinal, nas palavras do poeta “a única inocência é não pensar...”.
este é o texto que deve ser publicado na próxima edição da revista Eclésia. Obviamente, duas páginas não são suficientes nem p/ tocar na superfície de um tema c/ tantas implicações. Coloquei alguns links p/ quem quiser saber (e ver) um pouco +.
Postado por Pavarini em 09/04/2008.
Os Vampiros da Record e os Vampiros da Prosperidade.
Não faz muito tempo que a Record vem exibindo uma novela de monstros e vampiros. A emissora que pronuncia ser evangélica tem recebido críticas fortes de Silas Malafaia quanto a sua imoralidade:
O que não se percebe é que não existe emissora evangélica, pois essas emissoras são frutos da Teologia da Prosperidade, é de onde vem o dinheiro da Universal.
A Assembléia de Deus e os evangélicos que tem Silas como defensor estão como se estivessem sendo protegidos pelo próprio Macedo, ambos aderiram a essa teologia, é briga de irmãos. E quem não acredita nessa teologia é trouxa!
Estamos correndo o risco de aceitar a sujeira da Universal, e aparecer como defensores de teólogos da prosperidade, a situação que a Universal nos causou não é boa, como disse Pavarini:
A ascensão da Universal promoveu no Brasil um matrimônio quase indissolúvel. Após seu crescimento vertiginoso, o termo “dinheiro” com freqüência vem à mente quando alguém ouve a palavra “evangélicos”. Pelo mesmo raciocínio simplista, pastores são confundidos com charlatões. Várias igrejas chamadas “tradicionais” tiveram de alterar o discurso na hora de recolher dízimos e ofertas para não serem confundidas com a denominação que mais deslustrou a imagem do rebanho verde-amarelo em toda a história. Pesquisa do Vox Populi de 1996 mostrou que a IURD é a mais desaprovada das grandes instituições brasileiras, com apenas 17 % de aprovação. O índice é menor até que o do Congresso Nacional. Fogueira nada santa.
Se um dia existir emissora evangélica, não será financiada com a Teologia da Prosperidade.
O Vampirismo da Record é ficção, o vampirismo predatório da Teologia da Prosperidade não. Salvem seus pescoços!
Fonte: Baptized in Fire.
O que não se percebe é que não existe emissora evangélica, pois essas emissoras são frutos da Teologia da Prosperidade, é de onde vem o dinheiro da Universal.
A Assembléia de Deus e os evangélicos que tem Silas como defensor estão como se estivessem sendo protegidos pelo próprio Macedo, ambos aderiram a essa teologia, é briga de irmãos. E quem não acredita nessa teologia é trouxa!
Estamos correndo o risco de aceitar a sujeira da Universal, e aparecer como defensores de teólogos da prosperidade, a situação que a Universal nos causou não é boa, como disse Pavarini:
A ascensão da Universal promoveu no Brasil um matrimônio quase indissolúvel. Após seu crescimento vertiginoso, o termo “dinheiro” com freqüência vem à mente quando alguém ouve a palavra “evangélicos”. Pelo mesmo raciocínio simplista, pastores são confundidos com charlatões. Várias igrejas chamadas “tradicionais” tiveram de alterar o discurso na hora de recolher dízimos e ofertas para não serem confundidas com a denominação que mais deslustrou a imagem do rebanho verde-amarelo em toda a história. Pesquisa do Vox Populi de 1996 mostrou que a IURD é a mais desaprovada das grandes instituições brasileiras, com apenas 17 % de aprovação. O índice é menor até que o do Congresso Nacional. Fogueira nada santa.
Se um dia existir emissora evangélica, não será financiada com a Teologia da Prosperidade.
O Vampirismo da Record é ficção, o vampirismo predatório da Teologia da Prosperidade não. Salvem seus pescoços!
Fonte: Baptized in Fire.
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- ASSIS, Machado de. A Igreja do Diabo. In: Volume de contos. Rio de Janeiro : Garnier, 1884.
- BAPTISTA, Saulo de Tarso Cerqueira. Cultura política brasileira, práticas pentecostais e neopentecostais: a presença da Assembléia de Deus e da Igreja Universal do Reino de Deus no Congresso Nacional (1999-2006). São Bernardo do Campo: Universidade Metodista de São Paulo, 2007. (Tese Doutorado)
- BITENCOURT, Joceval Andrade. Descartes e a morte de Deus. PUC/SP, 2008. (Tese Doutorado)
- BRAGA, Eliézer Serra. Santas e sedutoras: as heroínas na Bíblia hebraica - a mulher entre as narrativas bíblicas e a literatura patrística. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. (Dissertação Mestrado)
- CALDAS, Carlos. Fundamentos da Teologia da Igreja. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- CAMPOS, Alexsandra Fernandes. A religião no processo psicoterapêutico. PUC/SP. (Dissertação Mestrado)
- CAMPOS, Leonildo Silveira. A Igreja universal do reino de Deus, um empreendimento religioso atual e seus modos de expansão (Brasil, África e Europa). In: Lusotopie 1999, pp. 355-367. (Artigo)
- CAMPOS, Leonildo Silveira. CULTURA, LIDERANÇA E RECRUTAMENTO NUMA ORGANIZAÇÃO RELIGIOSA - O CASO DA IGREJA UNIVERSAL DO REINO DEUS. (Artigo)
- CARD, Michael. Cristo e a Criatividade. Ultimato Ed. (frag.)
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- FAVERO, Roberto Carlos. Humanismo: uma releitura existencial de Albert Camus e Jean-Paul Sartre. UNISINOS, 2006. (Dissertação Mestrado)
- FIGUEREDO FILHO, Valdemar. Entre o palanque e o púlpito: mídia, religião e política. UFRJ/ IFCS. (Dissertação Mestrado)
- FIGUEREDO FILHO, Valdemar. RETÓRICA POLÍTICA DO JORNAL FOLHA UNIVERSAL. (Artigo)
- FONSÊCA, Francisco Ricardo Bezerra. Amo muito tudo isso: o relacionamento marca-consumidor sob o enfoque da fenomenologia clarificadora de Edmund Husserl. UFPE. (Dissertação Mestrado)
- FRESTON, Paul. Religião e política, sim; Igreja e Estado, não : os evangélicos e a participação política. Viçosa, MG: Ultimato, 2006.
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- GUSSO, Ana Cláudia. A Comunicação de Mercado a Serviço da Igreja: em busca da fidelização. Universidade Metodista de SP, 2008. (Dissertação de Mestrado)
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- YANCEY, Philip & BRAND, Paul. A Dádiva da Dor: por que sentimos dor e o que podemos fazer a respeito. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- YANCEY, Philip & STAFFORD, Tim. Desventuras da Vida Cristã. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- ZABATIERO, Júlio. Fundamentos da Teologia Prática. Mundo Cristão Ed. (frag)

