As Crônicas de Gelo e Fogo

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domingo, 3 de abril de 2011

Parabéns, Gênio!

Uma semana depois do grande feito, da transformação do mito Rogério Ceni na lenda Goleiro-Artilheiro, posto este texto do Flávio Prado, da Gazeta Esportiva:




Que seria do mundo senão fossem os gênios? Eles enxergam na frente, enfrentam chacotas, adversidades e no final, mudam a história.


Se, quando eu comecei no Jornalismo, alguém me dissesse que eu veria um gol de goleiro, eu já teria sérias dificuldades para acreditar. Que dirá 100. Quando Higuita e Chilavert lançaram a “moda”, parecia mais uma farra, ou autopromoção, do que coisa para ficar. Um jovem goleiro, que tinha pela frente, na base, um ágil Alexandre e na equipe principal o brilhante Zetti, viu de maneira diferente. Assim são os gênios.


E com muito treino, paciência, vivência, títulos e se destacando naquilo para o qual era, afinal, pago para fazer, grandes defesas, Rogério Ceni foi trabalhando e ganhando excelência. Da aberração inicial, virou rotina para o torcedor do São Paulo vê-lo resolver as partidas com defesas e gols. Quebrou o paradigma.


Até que alguém começou a perceber que uma marca inimaginável estava próxima. E chegou o gol número 100. Não num joguinho qualquer desse fraco Campeonato Paulista. Foi num clássico. No maior dos clássicos da atualidade e, ainda por cima, quebrando um tabu de quatro anos. Aí já faz parte da ajuda Divina para quem sonha, pensa grande, acredita no sonho e transforma o impossível em algo paupável. Rogério Ceni é o maior jogador da história do São Paulo, o que por si só já é uma conquista incrível. E também um revolucionário da bola.


A Fifa ainda espera mais dois gols para admitir o centésimo. No entanto, quem se importa com isso, até porque outros gols virão? Viva a revolução e o revolucionário. Parabéns, gênio. A Fifa que vá a merda.




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Jack White conta que já quis ser padre quando era adolescente

Ele disse que chegou a ser admitido em seminário para se tornar sacerdote.

'Eu estava pensando nisso quando tinha 14 anos', revelou o músico.


Do G1

O guitarrista e vocalista Jack White - das bandas The White Stripes, The Raconteurs e The Dead Weather - já quis ser padre, segundo entrevista dada pelo músico à BBC Radio 4 nesta segunda-feira (24).

"Eu estava pensando nisso, quando tinha 14. Possivelmente eu poderia ter tido a vocação para ser padre", contou.

White, que tem 35 anos, já foi coroinha e comparou a vida de músico de blues com a de pastor. "Cantores de blues e pessoas que estão cantando no palco têm os mesmos sentimentos e emoções de alguém que se torna um sacerdote", comentou ele.

O músico cresceu em uma família católica: os pais trabalhavam em uma arquidiocese de Detroit, nos EUA. Antes de escolher a música, chegou a ser admitido em um seminário para se tornar padre, acrescentou White.

quinta-feira, 18 de março de 2010

'A Bíblia é uma arma', prega Denzel Washington

Ator está em 'O livro de Eli', que estreia nesta sexta-feira no Brasil.
Em entrevista, ele fala sobre o filme e os riscos do fanatismo religioso.

Paoula Abou-Jaoude Do G1, em Los Angeles

Depois de interpretar um policial corrupto em "Dia de treinamento" e um traficante de drogas em "O gângster", Denzel Washington volta a caminhar entre o bem e o mal em "O livro de Eli", novo filme dos irmãos Hughes, que estreia nesta sexta (19) no Brasil.

Foto: Divulgação

O ator Denzel Washington, em cena de 'O livro de Eli' (Foto: Divulgação)

Na história, Washington interpreta um tipo solitário que está disposto a tudo para proteger um livro sagrado que guarda segredos supostamente capazes de salvar a humanidade em um cenário pós-apocalíptico.


Leia a resenha de 'O livro de Eli'


Cristão adepto da Church of God in Christ, popular igreja pentecostal afro-americana, o ator conversou com jornalistas em Los Angeles sobre o filme, e o G1 participou da entrevista. Leia a seguir os principais trechos.

Pergunta - O que te atraiu em “O livro de Eli”?
Denzel Washington -
Meu filho gostava muito da história e acabou me convencendo a fazer o filme. Era um bom roteiro. Não apenas mais um filme de ação, “O livro de Eli” tem conteúdo, tem uma mensagem. É o bem contra o mal. São vários fatores do mundo espiritual. ,E pensando bem, ele me convenceu a fazer “Dia de treinamento” e “O gangster”, então acho que acertamos 3 de 3 (risos).

Pergunta - No filme, a Bíblia é tratada ora como uma ferramenta de ajuda à humanidade ora como uma ferramenta para se ter mais poder. Como analisa esta mensagem?
Washington -
Sabe, sei que isso vai soar estranho, mas a Bíblia é como uma arma. Se ficar aí, em cima de uma mesa, nunca vai machucar ninguém. É uma questão de como você vai usá-la. E isso não se aplica apenas à Bíblia, mas também às palavras. Mas neste caso é interessante porque Eli escuta essa voz que lhe diz para levar a mensagem da Bíblia pelo país, por uma boa causa. Mas ele é o homem mais violento do filme. Quando ele chega numa encruzilhada que o leva a esta cidade onde tem que lidar com um homem cruel, ele precisa também lidar com sua própria humanidade.

Pergunta - Já o personagem de Gary Oldman, Carnegie, tem uma outra visão da Bíblia.
Washington -
Carnegie obviamente só está procurando uma maneira de manipular a verdade. E nós conhecemos bem essa história, nem sequer precisamos da Bíblia para isso, basta assistir à televisao. Cada lado tentando convencer que tem razão e para isso vivem enchendo a sua cabeça com informação o dia todo. Por isso, que para mim, Deus e estes ótimos livros são espiritualidade. Religião é quando o homem se apodera de um deles e diz o meu está certo e o seu errado. Mas assim é o ser humano. É a nossa falha, uma falha fatal.

Pergunta - Você sabe citar a Bíblia?
Washington -
Não sou tão bom assim para citar a Bíblia como sou para parafraseá-la (risos). Mas estou aprendendo mais e mais. É a terceira vez que faço a leitura da Bíblia, mas só leio um capítulo por dia, então demora um tempão. Tenho também um livro de estudos que antes de cada capítulo ajuda a entender o contexto, a época na qual a história se passou. Por exemplo, no caso do Novo Testamento, o livro explica o que estava acontecendo em Roma, ou com Cesar etc. É muito bom.

Pergunta - O que aprendeu com essas leituras?
Washington - Antes das refeições a gente sempre abençoa e agracede pela comida, fala uma prece e encerra com amém. ‘Deus é amor’. Eu achava que ‘Deus é amor’ era uma só palavra, por ser algo que você recita a toda hora, rapidamente, de maneira quase automática. Aos poucos, durante estes anos, fui aprendendo a recitá-las mais lentamente e percebi que são três palavras. Deus. É. Amor. Independente de qual a sua religião ou livro que esteja lendo, acho que esta é uma lição que ainda estamos aprendendo como pessoas, como raça. Não significa que meu Deus é amor, e o seu não. E aqui vou parafraseando de novo (risos): ‘Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você’. Essa é a mensagem fundamental de todas as religiões, mas, de alguma maneira, nós distorcemos isso.

Pergunta - O que motiva Eli é a sua fé. No seu caso, o que mais te motiva?

Washington - Também a minha fé. E a minha familia. Tenho muito prazer em ver meus filhos crescerem. E também o meu trabalho. Estou começando a ensaiar para esta excelente peça americana, ‘Fences’, na Broadway, com a atriz Viola Davis, e nem sequer durmo à noite só pensando e trabalhando nisso. É de um vencedor do prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson, e foi encenada em 1987, rendendo um prêmio Tony ao James Earl Jones. Como ator, gosto de desafios como esse e como o do filme ‘O livro de Eli’.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Quando uma mulher veste um vestido de couro, o coração do homem dispara, sua garganta fica seca, suas pernas bambeiam e ele começa a perder o auto-controle.


Você sabe por quê?
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Porque ela fica com cheiro de carro novo!

By Pavablog.

Muito bom...

quinta-feira, 11 de junho de 2009

quarta-feira, 10 de junho de 2009

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Se todos odeiam mentiras, por que são os mentirosos que vencem as eleições?


A maioria das pessoas que conheço subiram na vida enganando. Por exemplo, quando sua namorada perguntar: “eu engordei?”, acho que você terá mais paz mentindo um pouquinho. O dia que apareceu um cara por aqui dizendo a verdade sem nunca mentir foi crucificado... Enfim, quem mente é sempre mais querido por todos. As pessoas querem ouvir mentiras o tempo todo, mas ninguém admite que gosta delas. E os políticos não são eleitos se disserem a verdade. Ou são?

Fonte: Yahoo! Respostas. (confira as respostas dos internautas)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Sem Perder a Alma - Crônicas de Ricardo Gondim


Em Sem perder a alma, o escritor declama seu amor pelas página impressas, inspirando os leitores a buscar essa paixão celestialmente arrebatadora. “O livro faz parte da conspiração divina. Quando Deus quis falar aos homens, apenas inspirou homens que escrevessem.”

Para não asfixiar a alma, senti a necessidade de achar respiradouros onde pudesse renovar meu ser..."
(Trecho da crônica Sem perder a alma)

Fonte: MKshopping.

quinta-feira, 19 de março de 2009

MANIFESTO CONTRA OS ECONOMISTAS

“Vós, economistas,
que dais cabo da vida
que a reduzis à mesquinhez
da conta, do orçamento, do défice
vós, economistas,
que pregais a bolsa e o mercado
que vos masturbais com o dinheiro
sabei que vos amaldiçoo
e que venho combater a vossa ditadura
vós, economistas,
que estais feitos com a morte
que trazeis a vidinha do tédio,
do previsível, das estatísticas
sabei que não me levais na cantiga
vós, economistas,
que dominais o mundo
que tudo submeteis à vossa lei assexuada
sabei que estou vivo
que procuro o prazer e a loucura
que estou para lá das vossas teses
que o amor não se mede
que a liberdade não se quantifica
e que o vosso império vai cair!”

A. Pedro Ribeiro
Fonte: pimentanegra.blogspot.com, em 18.03.2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Lembra Dele? Gilmar vira pastor e 'sombra' de fenômeno do mundo gospel

Ex-zagueiro é empresário da esposa e cantora evangélica Aline Barros. Na nova profissão, é dono de produtora, estúdio 3D e palco móvel

Fabrício Costa
Rio de Janeiro

Na contramão dos ex-jogadores que sofrem psicológica e financeiramente com a aposentadoria, Gilmar dos Santos aproveitou o afastamento dos gramados para apostar na sua veia empresarial. Como a maioria dos outroras companheiros, confirma que não via a hora de oferecer mais atenção à família. Aliado à esposa e ao filho, ele passou a se dedicar ainda mais à igreja evangélica Comunidade Zona Sul, no Rio de Janeiro. Não só virou pastor auxiliar, depois de oito anos de estudo, como despertou-se para o filão da música gospel.

Em vez de bolas, camisas e chuteiras, o ex-zagueiro de São Paulo, Palmeiras, Flamengo e Botafogo agora coleciona CDs, DVDs e muitos prêmios como produtor musical. Tudo na sombra da esposa - e também pastora da mesma igreja -, a cantora Aline Barros. Em 17 anos de carreira, ela lançou 20 álbuns - cinco em espanhol e quatro voltados para o público infantil. Vendeu cerca de 5 milhões de cópias e arrebatou certificações de Disco de Ouro, Platina Duplo, Platina Triplo e Diamante. Foi também a primeira brasileira do segmento evangélico a ganhar o Grammy Latino.

- A Aline (Barros) é um fenômeno. Dentro do segmento gospel, ela é disparada a artista de maior sucesso. Já o meu negócio com a música é nos bastidores. Me sinto realizado em trabalhar por trás das câmeras. Se antes eu era o famoso da família, agora a gente torce para sair na foto (risos) - brincou o empresário, de 37 anos, que viajou na última semana para o Nordeste a fim de cofirmar 17 shows da esposa naquele região para abril deste ano.

Patrimônio: duas empresas e uma carreta milionária

Diferentemente da maioria dos jogadores, que tendem a ter uma queda na qualidade de vida após dar adeus ao futebol, Gilmar dos Santos comemora os resultados de suas três empresas. Ele é dono da produtora Genesis e do AB3D estúdio - de computação gráfica hiper-realista.

Além disso, o ex-defensor se orgulha de ser proprietário do primeiro palco móvel da América Latina. Trata-se de uma carreta de 14m de comprimento com 8,5m de altura avaliada em US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 3,5 milhões). Em quatro horas, a geringonça se transforma num palco capaz de suportar um peso de 25 toneladas, entre cantores e instrumentos. - Não posso me queixar. A minha vida está tão corrida como na época em que eu jogava futebol. Atualmente, tenho 32 funcionários e muitos planos no segmento evangélico - afirmou o co-autor do romance "Muito mais que um sonho", sobre casamento, família e religião, em parceria com a mulher Aline Barros.

Infância sofrida em Itapecerica da Serra (SP)

Por outro lado, a infância de Gilmar não foi nem um pouco glamourosa. Ele chegou a catar papelão nas ruas e vender produtos de limpeza para ajudar no orçamento familiar. Filho de militar, o menino de Itapecerica da Serra custou a convencer o pai que seu futuro estava nos gramados. Na visão dos progenitores, futebol era coisa de vagabundo.

Gil, como é carinhosamente chamado pelos mais íntimos, teve inúmeras bolas de plástico furadas pela mãe. Ainda assim acreditou que o seu “primeiro e principal brinquedo” um dia iria proporcionar uma vida mais digna à família "dos Santos".

A persistência foi herdada do amigo de futebol de várzea Cafu, que passou por 13 peneiras em diversos clubes até ser aprovado no São Paulo. Embora não tenha sido testado tantas vezes como o capitão do penta, Gilmar conta que mal tinha o que comer no café-da-manhã. E o caminho até o Itaquaquecetuba - time que começou a carreira ao lado do ex-lateral-direito - era uma verdadeira via crúcis (assista ao vídeo do time de Gilmar e Cia. na final do Mundial de Clubes de 1993, entre São Paulo e Milan).

- Tinha dias que eu e o Cafu dividíamos um pão com banana. E aquilo era como se fosse um caviar. Para ir aos treinos, pegávamos um ônibus até o centro. Depois o metrô. E, para completar, um trem. Era preciso vender amendoins no trajeto e fazer roda de samba nos vagões para pagar a passagem - contou o ex-zagueiro, de 37 anos.

Conversão à igreja evangélica e deboche dos amigos

Concomitantemente à fama, Gilmar sentiu necessidade de entrar para a igreja evangélica. Em meio aos intermináveis churrascos regados a marias-chuteiras, ele decidiu, aos 21 anos, aderir à Associação Atletas de Cristo - que no início da década de 90 contava com nomes como Silas, Muller, Mazinho, Bebeto, Jorginho e Taffarel. Ganhou pontos com o pastor Ronaldo, pai da então pretendente Aline Barros. No entanto, virou alvo de chacota dos companheiros de profissão.

- Eles faziam todos os tipos de piada. "Agora não gosta mais de mulher. Não vê mais aquele tipo de revista. Vai dar dinheiro para pastor. Cadê a Bíblia?" Se eu sentava para almoçar e não orava, era motivo de encarnação. Alguns colegas simulavam conversa com mulheres e fingiam que iam me passar o telefone. Antes de eu atender, diziam que eu não era mais chegado naquilo. Sofri nas concentrações do São Paulo, mas consegui driblar a marcação do meu sogro e casar com a minha atual esposa - recordou Gilmar, que afirma ter virado evangélico em momento conturbado de sua vida. Logo após a morte do pai, por infarto, aos 49 anos, em 92.

'Paizão' Telê Santana

Mal sabia Gilmar que estava prestes a ganhar outro grande amigo. Apesar do jeito turrão, o então técnico Telê Santana o tinha como filho. Não só se sentia à vontade para dar broncas como ajuda o pupilo a administrar as finanças. No entanto, até despertar para os conselhos do treinador, Gilmar sofreu para entrar nos eixos (assista ao vídeo ao lado do primeiro título mundial do São Paulo, em 1992).

- Certa vez, ele mandou o São Paulo me emprestar ao São Bento, de Sorocaba, porque eu tinha me machucado jogando pelada. Na época, achei a atitude do Telê (Santana) exagerada. Porém, acabei sendo o artilheiro deste time no Estadual subsequente. E ele pediu para eu voltar ao Morumbi. O Telê via a gente como um filho, não só como atleta. Era muito perfeccionista e com ele não tinha migué. Se o jogador estivesse 99,9%, não jogava. Só ia a campo quem estava 100% condicionado física e tecnicamente - garantiu o pai de Nicolas, de 6 anos.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Como encontrar o caminho (do SIM) na Terra do NÃO?

Persista na busca do que é importante.

Enfrente o desconforto e resista a ele; a luta é parte da busca.

Repense sua estratégia quando você encontrar um NÃO.

Seja determinado em relação a seus valores e ética.

Espere o sucesso, sempre visualizando como ele será.

Vença divulgando suas intenções e mantendo seus compromissos.

Expresse gratidão pelo apoio dos outros.

Risco é essencial para encontrar o SIM; seja corajoso.

E aproveite e comemore cada pequeno progresso que o faz aproximar-se do SIM.



Fonte: GALLAGHER, B.J. & VENTURA, Steve. Sim na Terra do Não. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006, p. 143.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

James Burton, o guitarrista do Elvis

(...)

Como foi ter tido da imprensa mais reconhecimento do que o próprio Elvis quando lançaram o single ‘The Wonder of You’, em 1970?

Acho que a imprensa gostou muito do meu solo, você não acha? Sei que é uma sensação maravilhosa. Eu sempre digo que minha música é uma bênção de Deus. Ele sempre foi o meu melhor professor. É Ele quem continua me ensinando. Quanto ao reconhecimento da crítica, fico honrado até hoje.

O senhor é muito religioso?

Sou sim, freqüento a igreja batista. Vivo com meu coração aberto a Deus, sempre converso com Ele. O momento mais importante da minha carreira é quando Deus assume o comando. Deus controla minha música, minha família e meu dia-a-dia.

(...)

Fonte e entrevista completa: Estadão (via Pavablog).

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Como fazer sua mulher subir pelas paredes de prazer...

Em geral os conselhos relacionados ao assunto raramente rendem o sucesso esperado. Mas não é o caso destas cinco técnicas infalíveis. Quer deixar sua parceira "louquinha" de prazer? Comece seguindo estes conselhos. (Atenção: Segredos revelados por uma mulher.)

Técnica nº1 : Mãos Molhadas
Sim, a técnica das mãos molhadas. Certamente a mais popular entre as mulheres. Tão simples. Tão excitante. Você vai deixá-la completamente sem fôlego:
* Faça sua parceira sentar-se em uma cadeira confortável na cozinha. Certifique-se que ela consegue ver muito bem tudo que você faz.
* Encha a pia da cozinha com água e adicione algumas gotas de detergente para louça com aroma. (Existem muitos aromas que podem ser utilizados -maçã, limão, lavanda - escolha o que quiser. Se estiver em dúvida, experimente o 'neutro').
* Segurando uma esponja macia , submerja suas mãos na água e sinta sua pele ser envolvida pelo líquido até que a esponja esteja bem molhada.
* Agora, movendo-se devagar e gentilmente, pegue um prato sujo do jantar, coloque-o dentro da pia e esfregue a esponja em toda a superfície do prato. Vá esfregando com movimentos circulares até que o prato esteja limpo.
* Enxague o prato com água limpa e coloque-o para secar. Repita com toda a louça do jantar até que sua parceira esteja gemendo de prazer.

Técnica nº2: Vibrando pela Sala
Esta técnica utiliza o que para muitas mulheres é considerado um "brinquedinho". É um pouco mais difícil do que a primeira, mas com algum treino você vai fazer com que sua parceira grite de prazer:
* Cuidadosamente apanhe o aspirador de pó no lugar onde ele fica guardado. Seja gentil, demonstre a ela que você sabe o que está fazendo.
* Ligue-o na tomada, aperte os botões certos na ordem correta.
* Vagarosamente vá movendo-se para frente e para trás, para frente e para trás... por todo o carpete da sala. Você saberá quando deve passar para uma nova área.
* Vá mudando gradativamente de lugar. Repita quantas vezes seja necessário até atingir os resultados.

Técnica n°3 : A Camiseta Molhada
Este joguinho é bem fácil, embora você precise de mente rápida e reflexos certeiros. Se você for capaz de administrar corretamente a agitação e a vibração do processo, sua parceira falará de sua perfomance a todas as amigas dela:
* Você precisará de duas pilhas de roupas sujas. Uma com as roupas brancas, e outra com as coloridas.
* Encha a máquina de lavar com água e vá derramando gentilmente o sabão em pó dentro dela (para deixar a mulher ofegante, use exatamente a quantidade recomendada pelo fabricante).
* Agora, sensualmente coloque as roupas brancas na máquina... uma de cada vez... devagar. Feche a tampa e ligue o 'ciclo completo'.
* Enquanto você vê sua companheira babar de desejo por você, essa é uma ótima oportunidade para pôr em prática a Técnica nº2.
* Ao fim do ciclo, retire as roupas da máquina e estenda-as para secar. Repita a operação com as roupas coloridas.

Atenção: Se nesse ponto ela começar a gritar algo como:
- "Sim! Sim! Ai! Isso! Ai mesmo! Oh meu Deus! Não pára! Não pára não!" Não pare.
Continue até que ela esteja exausta de prazer.

Técnica nº4: O que sobe, desce
Esta é uma técnica muito rapidinha. Para aqueles momentos em que você quer surpreendê-la com um toque de satisfação e felicidade. Pode ter certeza, ela não vai resistir:
* Ao ir ao banheiro, levante o assento do vaso. Ao terminar, abaixe novamente.
* Faça isso todas as vezes.
* Ela vai precisar de atendimento médico de tanto prazer.

Técnica nº5: Gratificação Total
Cuidado: colocar em prática esta técnica pode levar sua companheira a um tal estado de sublimação que será difícil depois acalmá-la, podendo causar riscos irreversíveis a saúde da mulher:
* Esta técnica leva algum tempo para aperfeiçoar. Empenhe-se com afinco. Experimente sozinho algumas vezes durante a semana e tente surpreendê-la numa sexta-feira à noite. Funciona melhor se ela trabalha fora e chega cansada em casa.
* Aprenda a fazer uma refeição completa. Seja bom nisso.
* Quando ela chegar em casa, convença-a a tomar um banho relaxante (de preferência aromático em uma banheira de água morna que você já preparou).
* Enquanto ela está lá, termine o jantar que você já adiantou antes dela chegar em casa.
* Após ela estar relaxada pelo banho e saciada pelo jantar, proceda com a Técnica nº1.
* Preste atenção nela pois o estado de satisfação será extremamente alto, podendo causar coma repentino.

Colaboração da Lídia Tostes (por email).

Bem, como não pretendo hospitalizar a minha esposa, não colocarei estas regras em prática...

sábado, 25 de outubro de 2008

Não vou me adaptar

Quando eu olho para o meu, até então, mundo religioso, lembro-me de uma canção do Arnaldo Antunes muito bem interpretada por Nando Reis, que dentre outras coisas, fala sobre a não adaptação ao sistema social. Depois de muitos anos vivendo no meio evangélico, tenho que admitir que não caibo mais neste sistema religioso, não que eu seja mais santo do que aqueles que ali vivem, até porque, para muitos, estou longe de ser uma referência em santidade, mas, de certa forma, essa minha admissão é pelo simples fato de não comungar mais da mesma fé.

Há algum tempo deixei de ter uma fé oportunista. Não comungo mais da crença em um Deus que está pronto pra resolver os meus problemas. Não creio na idéia de um Deus necessário, como se Ele existisse para satisfazer as minhas necessidades, muito menos acredito em um Deus que me abençoa ou me amaldiçoa a partir da intensidade dos meus dízimos e ofertas. Deus é e se faz ser independente do que eu seja e do que eu faça. Tenho os meus anseios, problemas e medos, e conto com Deus para me relacionar com sabedoria e discernimento em meio a estas questões, entretanto, isso não quer dizer que eu tenha o direito de determinar a ação de Deus, de requerer Dele a minha benção, que seria a resolução dos meus conflitos. Tento me aproximar de Deus sem essa motivação.

Há algum tempo deixei de ter uma fé legalista. Não comungo mais da crença em um Deus que me aprova ou me reprova a partir do meu nível de santidade. Não creio na idéia de um Deus que me reprime por não cumprir as normas que a religião prega, muito menos acredito que alguma ação minha consiga aumentar o meu prestígio diante de Deus. Acredito sim, na necessidade de uma vida moral e ética íntegra, mas isso independe do meu referencial religioso. Minha relação com Deus me ajuda a vivenciar esses conceitos de forma melhor, todavia, vai muito além disso, até porque, não dependo necessariamente de Deus para ser justo ou íntegro, posso ser exemplo de dignidade sem ter ligação alguma com a Verdade.

Há algum tempo deixei de ter uma fé medíocre. Não sirvo a Deus com medo de ir para o inferno, aliás, o único inferno que faz parte da minha existência é a estranha realidade das vontades que me dominam sem a minha aprovação. Ademais, fora de mim, existem outros infernos, mas em Cristo quero fazer parte da Igreja que irá se levantar contra cada um deles, pois, foi o próprio Jesus que sentenciou que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja. Cabe então, à Igreja, identificar quais as portas do inferno que precisam ser vencidas. É preciso perceber que a violência, o analfabetismo, o preconceito, o aborto, o infanticídio, e tantas outras questões, precisam da iniciativa da Igreja para serem banidas do contexto da vida humana.

Enfim, tinha muitas outras inquietações para colocar aqui, mas não quero mais remoer o passado. Estou de olho no futuro, comungo com aqueles que ainda crêem em um mundo melhor, que têm esperança que novos céus e nova terra nos esperam, mas, todavia, crêem que isso é possível hoje. Por isso, estou decidido a vivenciar Jesus fora do ambiente religioso. Já ofereci muito tempo da minha vida para a religião, para seus dogmas e preceitos. Já perdi muito tempo da minha vida querendo agradar a gregos e troianos. Mas, agora, quero vida, sem frescuras, e quero experimentá-la no palco de uma existência real, não fantasiosa, e só pra lembrar, não vou me adaptar.

www.bomlider.com.br

Por: Ivan Cordeiro Da Silva Filho, Vitoria Da Conquista - BA.

Fonte: Ultimato.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Isso é que é vendedor.

Um sujeito acaba de conseguir um cargo de vendedor em uma loja que vendia de tudo. Terminando o primeiro dia, o gerente de RH pergunta:

- Como foi o seu dia? Quantas vendas você fez?

- Fiz apenas uma venda - responde o vendedor.

- Uma só - espanta-se o gerente - Mas todos os outros vendedores fazem de 20 a 30 vendas por dia... E de quanto foi esta venda?

- R$ 145.350,00 - responde o vendedor.

O gerente arregala os olhos - Uma venda daquele valor era realmente inusitada.

- Como foi que você conseguiu isto? Pergunta o gerente, intrigado.

- Bem - responde o vendedor - Vendi a este cliente um anzol pequeno, um médio e um grande. Vendi os três tipos de linha para cada tipo de anzol e também todos os apetrechos de pesca. Ao perguntar-lhe onde ele iria pescar e obtendo a resposta de que pretendia ir ao litoral, informei-lhe de que seria necessário um barco. Ele então comprou o de 22 pés, cabinado, com 2 motores. Como o carro dele não seria capaz de rebocá-lo, vendi-lhe uma Blaizer...

O gerente o interrompe:

- VOCÊ FEZ ESTA VENDA PARA UM SUJEITO QUE ENTROU PEDINDO UM ANZOL?

- Bem - responde o vendedor - na realidade o sujeito veio me perguntar onde havia uma farmácia. Perguntei-lhe o que ele queria comprar lá, e soube que queria um MODESS para sua esposa. Aproveitei e perguntei:

-"JÁ QUE SEU FIM DE SEMANA JÁ ERA, QUE TAL UMA PESCARIA?"

Porque ir à igreja? - Por C.S. Lewis.

Recebi este email do J.I. Grillo. Muito obrigado.

29/07/2008 Sandro Baggio

Estava conversando com alguém sobre igreja (para variar) e me lembrei de uma história envolvendo C. S. Lewis e um velho santo de botas de borracha. Como não conseguia achar essa história em nenhum dos livros do C. S. Lewis que possuo, decidi “googar” por ela e a achei no blog Mere Theology.

C. S. Lewis frequentou a mesma igrejinha durante trinta anos. A experiência não tinha nada de extraordinário a cada semana. A maior parte daqueles anos Lewis não se importava muito com os sermões; ele até mesmo sentava-se atrás de um pilar para que o ministro não visse suas expressões faciais. Ele ía ao culto sem música porque não gostava dos hinos. E saía logo após a comunhão da Ceia provavelmente porque não gostava de se envolver nas conversas com os outros membros depois do culto. Mas a longa obediência numa mesma direção moldou a vida de Lewis de um modo que nada mais poderia.

Uma vez perguntaram para Lewis: “É necessário frequentar um culto ou ser membro de uma comunidade cristã para um modo cristão de vida?”

Sua resposta foi a seguinte: “Esta é uma pergunta que eu não posso responder. Minha própria experiência é que logo que eu me tornei um cristão, cerca de quatorze anos atrás, eu pensava que poderia me virar sozinho, me retirando a meu quarto e lendo teologia, e não frequentava igrejas ou estudos bíblicos; e então mais tarde eu descobri que era o único modo de você agitar sua bandeira; e, naturalmente, eu descobri que isso significava ser um alvo. É extraordinário o quão inconveniente para sua família é você ter que acordar cedo para ir à Igreja. Não importa tanto se você tem que acordar cedo para qualquer outra coisa, mas se você acorda cedo para ir à igreja é algo egoísta de sua parte e você irrita todos na casa. Se há qualquer coisa no ensinamento do Novo Testamento que é na natureza de mandamento, é que você é obrigado a participar do Sacramento e você não pode fazer isso sem ir à igreja. Eu não gostava muito dos seus hinos, os quais eu considerava poemas de quinta categoria com música de sexta categoria. Mas à medida em que eu ia eu vi o grande mérito disso. Eu me vi diante de pessoas diferentes de aparência e educação diferentes, e meu conceito gradualmente começou a se desfazer. Eu percebi que os hinos (os quais eram apenas música de sexta categoria) eram, no entanto, cantados com tamanha devoção e entrega por um velho santo calçando botas de borracha no banco ao lado, e então você percebe que você não está apto sequer para limpar aquelas botas. Isso o liberta de seu conceito solitário.” (C. S. Lewis, God in the Dock, pp 61-62)


Muita coisa mudou, desde os dias vividos por Lewis até o presente momento. Pequenas igrejas como essas são raras de serem encontradas, a moda agora são os grandes ajuntamentos. As poucas "igrejinhas" parecem ser habitadas por seres de outros planetas - me desculpem a grosseria. Mas algumas coisas não mudaram. As músicas com poesias de quinta e melodias de sexta persistem, porém, as mais executadas para deleite do grande público são as com poesia de décima (quando possuem) e melodias de décima segunda...

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Danilo Gentili no Campo de Centeio

Senhoras e senhores leitores deste blog (O Apanhador), é com grande honra que recebemos neste campo de centeio: Ele, que é um dos maiores gênios da televisão brasileira; um dos principais – por que não o principal? – divulgadores e representantes da comédia stand-up no Brasil, um tipo de comedia popular nos EUA, no qual o comediante encara o publico e abusa do improviso e; tornou adorado por milhões de brasileiros o seu grande personagem, o repórter inexperiente, que de inexperiente não tem nada; eu vos apresento... Danilo Gentili!

O Apanhador - Danilo, obrigado desde já pela sua receptividade e por dar essa entrevista ao blog. Pra começar, você já leu O Apanhador no Campo deCenteio?

Danilo - Eu nunca li... mas deve ser triste a historia desse cara do livro, pois ele vive apanhando no campo de centeio...

O Apanhador - Existe algum assunto que você ache que deve ser abordado de maneira séria?
Danilo - O unico assunto que deve ser abordado de maneira séria é o mau trato que o ser humano dá aos animais e a todo ser vivo indefeso. A covardia humana parece nao ter fim. Acho que o ser humano é o unico ser vivo que pisa no menor sem ser por sobrevivencia, apenas pra conquistar o supérfluo. Acho que esse é o unico assunto que deve ser levado a serio. Todos os outros assuntos que os humanos inventaram como politica, religiao, cultura, nao passam de meras piadas... e muitas de mal gosto...

O Apanhador - Como você se comportava -ou não- na escola?
Danilo - Me comportava mal. Sem exagero nenhum, a média era que eu ia pra diretora 1 ou 2 vezes por semana. Ja fui expulso... ja cai do telhado da escola. Ele arrebentou comigo, eu cai no meio do pátio na hora do recreio e quebrei as duas pernas... Eu desenha durante as aulas o que chamava de "planitos". Eram planos pra fazer merda na escola, assim como o coiote desenha planos pra ferrar o papa-léguas eu desenhava pra ferrar a escola. Com a diferença que os meus planos davam certo... um dia vou publicar um livro só com eles...

O Apanhador - Voce já foi realmente expulso da igreja por um pastor?
Danilo - Na igreja católica fui convidado a me retirar do catecismo. Mas continuei católico. Um dia li a biblia e percebi q jamais poderia continuar sendo católico se quisesse acreditar que a Biblia é a palavra de Deus. Então busquei uma igreja que estivesse mais de acordo. Mas acho que encontrei apenas uma que estava em menos desacordo. Tambem fui convidado por um pastor a me retirar da igreja... e por irmãos a nao pregar mais... Pensei em ser padre..e em ser pastor... acabei virando humorista... pelo menos no fim das contas fiz as pessoas rirem (e não chorarem).

O Apanhador - Qual a historia da sua touca de estimação e qual foi o seu fim?
Danilo - Eu roubei a touca de um amigo meu... o nome dele é Carlos e acho que ele é o desenhista mais talentoso que ja conheci. Eu roubei a touca dele num dia de frio, quando éramos estagiarios (ou melhor, escravos) em um shopping no ABC... mas eu perdi ela no cinema com uma amiga minha... foi triste.. desculpe... não gosto de falar muito sobre o episódio... é doloroso...


O Apanhador - O CQC (Custe o Que Custar – Band, segunda-feira às 22:00h) trouxe àtelevisão brasileira um programa que une inteligência, crítica e comédia e é hoje sucesso absoluto, deixando para trás a má fama que diz que o brasileiro só valoriza o humor banal. Nós, espectadores, sentimos uma incrível harmonia entre a equipe do CQC. E para você, como é trabalhar com caras como o Marcelo Tas, o Rafael Bastos e o Cortez, Oscar Filho, Marco Luque e Felipe Andreoli? O que acha desse projeto, o CQC?
Danilo - Na verdade trabahamos separados. Cada um sai pra rua. Posso dizer que adoro todos os repórteres...Cortez, Oscar, Andreoli... são ótimos, todos ótimos... no fundo acho o trabalho dos repórteres mais dificil do que a bancada...os repórteres viajam... dão a cara a tapa... mas tudo isso seria em vão se a bancada nao fosse competente para nos apresentar... e a bancada seria em vão se o os roteiristas nao fossem ótimos pra escrever para eles aquelas tiradas... e do que adiantaria os roteiristas sem a produção... e a produçao sem a direção? O CQC é um trabalho de uma equipe competente com vontade de fazer um ótimo programa, sem duvida.


O Apanhador - De onde surgiu a idéia do repórter inexperiente?
Danilo - Ele é um quadro do formato do CQC. Lógico, natural que eu fiz ele do meu jeito... Então ele é um pouco meu também... pelo menos no Brasil.

O Apanhador - Qual foi a melhor entrevista do repórter inexperiente e por quê?

Danilo - Uma foi bem diferente da outra, não acho que tenha tido uma melhor..depende do que voce quer ver... quer ver uma mulher puta da vida? Da marcia foi melhor. Quer ver alguém que tentou me ajudar? Quer ver um padre humilde? Tem o padre marcelo...

O Apanhador - E no palco, como você vê as excelentes criticas recebidas pelo seu show Comédia ao Vivo?
Danilo - Olha... eu fico feliz que até o momento eu tenha só recebido criticas positivas pelo trabalho tanto no CQC como no stand-up... porem confesso que temo um dia acharem que sou uma farsa e começarem a meter o pau... eu sou alguém normal... não me acho nada excepcional... e quando leio algum elogio penso: "droga... eles estão sendo enganados, alguém precisa avisá-los...".

O Apanhador - Você se considera tão bom comediante quanto péssimo músico (brincadeira xD)?
Danilo - Ahuuah... Eu me considero um ótimo musico e um péssimo comediante.

O Apanhador - E sobre os seus quadrinhos, já vi alguns pela internet e são realmente bons. Não pretende publicá-los?
Danilo - Eu adoraria publicá-los, mas no momento nao tenho tempo pra me dedicar a isso....

O Apanhador - Quais são os seus proximos projetos e o que você planeja para o seu futuro?
Danilo - O Futuro a Deus pertence... Espero que ele seja bom pra mim como tem sido o presente.

Vlw Danilo!

Entrevista feita pelo Blog O Apanhador no Campo de Centeio.

P.S.: O texto não foi revisado para ser postado neste blog. Segue na íntegra... inclusive com os erros gramaticais.