sexta-feira, 4 de julho de 2008
"Legalmente homem", dá à luz menina nos EUA
'Homem' dá à luz menina nos EUA
Qui, 03 Jul, 08h01
LOS ANGELES, EUA (AFP) - Uma transexual americana que há dez anos se transformou legalmente em homem deu à luz uma menina, informou nesta quinta-feira a imprensa dos Estados Unidos.
Thomas Beatie, legalmente homem, mas que decidiu manter seus órgãos reprodutores femininos quando realizou a cirurgia estética para extirpar as mamas, se submeteu a um tratamento hormonal e mudou seu sexo legal, atraiu a atenção mundial em abril ao tornar pública sua gravidez.
A transexual de 34 anos deu à luz sua bebê em um hospital de Bend, Oregon (noroeste), segundo a rede ABC News, que não deu mais detalhes.
Beatie, que usa barba, ficou conhecido como "o homem grávido" após aparecer no popular programa de televisão de Oprah Winfrey para falar sobre sua gravidez.
"Acho que a vontade de ter um filho não é masculina ou feminina. É uma necessidade humana. Sou uma pessoa e tenho direito a ter um filho biológico", disse na ocasião.
Depois da mudança legal de sexo, Beatie se casou com uma mulher, Nancy, que não podia engravidar devido a uma histerectomia (retirada do útero).
Beatie recebeu uma inseminanação artificial - praticada pela própria - com o esperma de um doador anônimo adquirido em um banco de sêmen.
O caso inédito se tornou público depois que Beatie escreveu um artigo na revista homossexual The Advocate, em março.
"Nossa situação desencadeia incógnitas legais, políticas e sociais", admitiu Beatie, afirmando que o casal, junto há cinco anos, se chocou com a oposição de médicos, amigos e familiares à sua decisão de ter um filho.
Fonte: Notícia do Yahoo!.
Qui, 03 Jul, 08h01
LOS ANGELES, EUA (AFP) - Uma transexual americana que há dez anos se transformou legalmente em homem deu à luz uma menina, informou nesta quinta-feira a imprensa dos Estados Unidos.
Thomas Beatie, legalmente homem, mas que decidiu manter seus órgãos reprodutores femininos quando realizou a cirurgia estética para extirpar as mamas, se submeteu a um tratamento hormonal e mudou seu sexo legal, atraiu a atenção mundial em abril ao tornar pública sua gravidez.
A transexual de 34 anos deu à luz sua bebê em um hospital de Bend, Oregon (noroeste), segundo a rede ABC News, que não deu mais detalhes.
Beatie, que usa barba, ficou conhecido como "o homem grávido" após aparecer no popular programa de televisão de Oprah Winfrey para falar sobre sua gravidez.
"Acho que a vontade de ter um filho não é masculina ou feminina. É uma necessidade humana. Sou uma pessoa e tenho direito a ter um filho biológico", disse na ocasião.
Depois da mudança legal de sexo, Beatie se casou com uma mulher, Nancy, que não podia engravidar devido a uma histerectomia (retirada do útero).
Beatie recebeu uma inseminanação artificial - praticada pela própria - com o esperma de um doador anônimo adquirido em um banco de sêmen.
O caso inédito se tornou público depois que Beatie escreveu um artigo na revista homossexual The Advocate, em março.
"Nossa situação desencadeia incógnitas legais, políticas e sociais", admitiu Beatie, afirmando que o casal, junto há cinco anos, se chocou com a oposição de médicos, amigos e familiares à sua decisão de ter um filho.
Fonte: Notícia do Yahoo!.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Cisma no Anglicanismo: nova reforma ou degeneração?
Arcebispo critica ameaça de cisma na Igreja Anglicana
António Marujo
Grupo que se reuniu em Jerusalém diz que se está a anunciar um "falso evangelho" ao aceitar ordenação de um bispo e as uniões de homossexuais
Rowan Williams, o arcebispo de Cantuária, a maior autoridade da Igreja Anglicana, passou ao contra-ataque contra os bispos e clérigos rebeldes da sua congregação que ameaçam um cisma por causa da ordenação de um bispo gay e a permissão das uniões homossexuais. Disse não terem legitimidade nem autoridade e, por consequência, integridade.
Mais de 1100 bispos e clérigos anglicanos avisaram contra o que consideram o "declínio espiritual" da Comunhão Anglicana. Em causa está a ordenação de um bispo homossexual nos Estados Unidos, em 2003, e a aprovação, pela Igreja Episcopal do Canadá, em 2002, da bênção de uniões homossexuais. Na declaração final da Gafcon (Conferência para um futuro anglicano mundial), que decorreu na semana passada em Jerusalém, o grupo diz que está a ser anunciado "um falso evangelho" pelos que, no anglicanismo, aceitam a homossexualidade (a declaração está disponível em http://www.gafcon.org/).
A ameaça, agora, é deixar de reconhecer a autoridade do arcebispo de Cantuária, primaz dos 80 milhões de anglicanos. A Conferência de Lambeth, assembleia magna de todos os bispos anglicanos, reúne-se a partir de 16 de Julho e pode consumar a ruptura. A maior parte dos que reuniram na Gafcon pode boicotar a Conferência de Lambeth (Sul de Inglaterra).
O arcebispo de Cantuária, Rowan William, num comunicado, diz que as propostas do grupo da Gafcon são "problemáticas". E faz um pedido: "Apelo a que reflictam atentamente nos riscos que se correm". Um segundo grupo ameaça também separar-se, devido à ordenação de mulheres padres, diz o jornal The Guardian.
"Não basta contestar as estruturas da comunhão. Se não funcionam bem, o desafio é renová-las, em vez de improvisar soluções (...) que continuarão a criar mais problemas", escreve ainda Williams, citado pela AFP. O primaz anglicano lamenta ainda, diz a Reuters: "Em todos os lados, abundam as nossas controvérsias, slogans, deturpações e caricaturas".
O bispo da Igreja Lusitana, Fernando Luz Soares, que integra a Comunhão Anglicana, disse ao PÚBLICO que a cisão pode ser inevitável. A sua interpretação é que o grupo Gafcon está a marcar terreno para Lambeth, embora não acredite que muitos dos seus membros lá vão.
"Alguns querem amarrar as restantes igrejas a uma determinada perspectiva moral", diz. Ao mesmo tempo, propõem uma espécie de cúria, que incluiria vários bispos numa espécie de governo colegial. Num documento da Igreja Lusitana sobre a proposta de pacto que estará em discussão em Lambeth, essa hipótese de governo retiraria autonomia às igrejas locais, o que contraria a tradição anglicana.
Na liderança da contestação ao arcebispo de Cantuária estão o arcebispo nigeriano Peter Akinola, que já se referiu a Williams como apóstata, e vários outros bispos africanos, australianos e latino-americanos, para quem a homossexualidade é sobretudo uma questão ocidental. Na anterior Conferência de Lambeth, em 1998, a homossexualidade foi definida como "incompatível com as escrituras". Por isso, o grupo de Gafcon acusa a Comunhão Anglicana de não respeitar os "princípios morais bíblicos" que ela própria reafirmou há dez anos. 35 milhões de crentes é quanto os contestatários da congregação anglicana que estão a ameaçar sair dizem representar.
Fonte: Público.pt.
António Marujo
Grupo que se reuniu em Jerusalém diz que se está a anunciar um "falso evangelho" ao aceitar ordenação de um bispo e as uniões de homossexuais
Rowan Williams, o arcebispo de Cantuária, a maior autoridade da Igreja Anglicana, passou ao contra-ataque contra os bispos e clérigos rebeldes da sua congregação que ameaçam um cisma por causa da ordenação de um bispo gay e a permissão das uniões homossexuais. Disse não terem legitimidade nem autoridade e, por consequência, integridade.
Mais de 1100 bispos e clérigos anglicanos avisaram contra o que consideram o "declínio espiritual" da Comunhão Anglicana. Em causa está a ordenação de um bispo homossexual nos Estados Unidos, em 2003, e a aprovação, pela Igreja Episcopal do Canadá, em 2002, da bênção de uniões homossexuais. Na declaração final da Gafcon (Conferência para um futuro anglicano mundial), que decorreu na semana passada em Jerusalém, o grupo diz que está a ser anunciado "um falso evangelho" pelos que, no anglicanismo, aceitam a homossexualidade (a declaração está disponível em http://www.gafcon.org/).
A ameaça, agora, é deixar de reconhecer a autoridade do arcebispo de Cantuária, primaz dos 80 milhões de anglicanos. A Conferência de Lambeth, assembleia magna de todos os bispos anglicanos, reúne-se a partir de 16 de Julho e pode consumar a ruptura. A maior parte dos que reuniram na Gafcon pode boicotar a Conferência de Lambeth (Sul de Inglaterra).
O arcebispo de Cantuária, Rowan William, num comunicado, diz que as propostas do grupo da Gafcon são "problemáticas". E faz um pedido: "Apelo a que reflictam atentamente nos riscos que se correm". Um segundo grupo ameaça também separar-se, devido à ordenação de mulheres padres, diz o jornal The Guardian.
"Não basta contestar as estruturas da comunhão. Se não funcionam bem, o desafio é renová-las, em vez de improvisar soluções (...) que continuarão a criar mais problemas", escreve ainda Williams, citado pela AFP. O primaz anglicano lamenta ainda, diz a Reuters: "Em todos os lados, abundam as nossas controvérsias, slogans, deturpações e caricaturas".
O bispo da Igreja Lusitana, Fernando Luz Soares, que integra a Comunhão Anglicana, disse ao PÚBLICO que a cisão pode ser inevitável. A sua interpretação é que o grupo Gafcon está a marcar terreno para Lambeth, embora não acredite que muitos dos seus membros lá vão.
"Alguns querem amarrar as restantes igrejas a uma determinada perspectiva moral", diz. Ao mesmo tempo, propõem uma espécie de cúria, que incluiria vários bispos numa espécie de governo colegial. Num documento da Igreja Lusitana sobre a proposta de pacto que estará em discussão em Lambeth, essa hipótese de governo retiraria autonomia às igrejas locais, o que contraria a tradição anglicana.
Na liderança da contestação ao arcebispo de Cantuária estão o arcebispo nigeriano Peter Akinola, que já se referiu a Williams como apóstata, e vários outros bispos africanos, australianos e latino-americanos, para quem a homossexualidade é sobretudo uma questão ocidental. Na anterior Conferência de Lambeth, em 1998, a homossexualidade foi definida como "incompatível com as escrituras". Por isso, o grupo de Gafcon acusa a Comunhão Anglicana de não respeitar os "princípios morais bíblicos" que ela própria reafirmou há dez anos. 35 milhões de crentes é quanto os contestatários da congregação anglicana que estão a ameaçar sair dizem representar.
Fonte: Público.pt.
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Teologia da Apelação.
Perguntas Retóricas II.
Continuando o post anterior, esse não recebi por email, pesquisei na net.
Quase três anos depois do texto “Perguntas retóricas”, que rodou a internet e fez muita gente pensar, rir, refletir, vestir carapuças e ainda pisou em muitos calos, as perguntas continuam a vir, agora mais insistentemente do que nunca.
Mais uma vez, eu só queria saber...
1. Se Jesus nos ensinou a tratar a Deus como Senhor, por que tantos o tratam como se fosse o Papai Noel, o gênio da lâmpada ou até mesmo um empregado?
2. Palavras como "decretar", "declarar" ou "determinar" devem ser ditas por Deus ou por criaturas finitas como nós?
3. Se João, na sua primeira carta, é bem claro que Deus só atende o que é pedido segundo sua vontade (I Jo 5:14), por que tanta presunção de alguns em dizer que é errado pedir a Deus que faça algo só se for da Sua vontade? Aliás, por que esses mesmos nunca equilibram Marcos 11:24 com I Jo 5:14 e acabam usando o versículo de Marcos para tratar Deus como se fosse um "gênio da lâmpada"?
4. Por que, nos púlpitos de hoje, se fala muito mais sobre vitória e sucesso do que sobre arrependimento?
5. Por que o bom samaritano não deu um folheto evangelístico nem "determinou a cura" do homem caído, mas preferiu fazer o óbvio, que era cuidar da necessidade dele? Por que Jesus, ainda por cima, nos mandou “fazer o mesmo”?
6. Por que a mulher que sofria de hemorragia e tocou em Jesus não disse, em tom de autoridade, "Senhor, eu não aceito essa doença!", mas, pelo contrário, prostrou-se tremendo diante de Jesus (Lc 8:47)?
7. Por que os líderes que pregam sobre prosperidade são tão ricos, enquanto as suas ovelhas continuam, em sua grande maioria, pobres? Será que essa prosperidade só funciona para os líderes?
8. Se todos os crentes do sertão nordestino derem o dízimo fielmente, será que Deus "abrirá as janelas dos céus" e acabará com a seca de lá, ou será que aquela promessa foi feita no contexto da Aliança com Israel apenas?
9. Se a palavra "unção" aparece apenas duas vezes no Novo Testamento e a palavra "graça" aparece 138 vezes, por que será que nas pregações que se ouve na maioria dos púlpitos, TVs e rádios evangélicas essa proporção é invertida?
10. Por que tantos evangélicos idolatram alguns líderes, colocando-os muitas vezes como verdadeiros mediadores entre eles e Deus, e ainda criticam os católicos por fazerem a mesma coisa com santos mortos?
11. Se todas as pessoas no planeta tivessem o mesmo estilo de vida excessivamente luxuoso de alguns pregadores, será que o meio ambiente suportaria?
12. Será que Paulo, que passou necessidade e até fome (Fp 4:12), seria considerado pelos pregadores de hoje como alguém que tinha uma "vida abundante"?
13. Por que aqueles que citam Mc 10:29-30 e Lc 6:38 como promessas de prosperidade material não agem com coerência então, vendendo todos os seus bens e dando aos pobres para receberem de volta? Não seria mais fácil colocar essas passagens dentro do contexto correto e admitir que elas nunca foram promessas de prosperidade material?
14. Por que, mesmo o Novo Testamento sendo tão claro sobre Deus não habitar mais em templos feitos por mãos humanas, tantos crentes insistem em chamar o edifício onde congregam de "templo", ou, o que é pior, "casa do Senhor"?
15. Por que tantos evangélicos citam (fora de contexto, claro) que não se deve "tocar nos ungidos", como se esses fossem acima da crítica e infalíveis, e ainda por cima criticam os católicos por crerem na infalibilidade do papa? Aliás, onde está escrito no NT que ungidos são apenas os líderes, se I João 2 diz que somos todos ungidos?
16. Por que o conselho de Irineu de Lyon, que viveu menos de um século depois de ser escrito o Apocalipse, quanto a ser "mais seguro e menos perigoso esperar o cumprimento dessa profecia do que se entregar a elucubrações e conjecturas acerca de nomes", tem sido tão negligenciado por aqueles que ficam esmiuçando supostos sinais da vinda de Jesus?
17. Por que tanta gente gosta de interpretar tragédias como juízo de Deus e negligencia o mandamento de chorar com quem chora?
18. Por que tanta gente canta "se diante de mim não se abrir o mar, Deus vai me fazer andar por sobre as águas", se o mar só se abriu uma única vez e Pedro só andou sobre as águas também uma vez, e teve que se molhar todas as outras vezes? Aliás, não é presunção demais dizer o que Deus vai ou não vai fazer?
19. Será que essas pessoas que cantam “hoje o meu milagre vai chegar” nunca leram Tiago 4:13-15?
20. Por que tanta gente insiste em dizer que não podemos ficar doentes porque Cristo já levou nossas dores, se nós ainda morremos? Afinal, essas dores que Ele levou sobre Si não inclui a morte também? Não seria mais prudente e mais bíblico admitir que os benefícios de Isaías 53:4 só serão usufruídos plenamente na Nova Jerusalém, na eternidade?
21. Por que essas mesmas pessoas que dizem que os cristãos não podem ficar doentes e que podem curar tudo nunca curaram uma vítima de amputação?
22. Por que tanta gente age como se Deus não tivesse controle sobre tudo e estivesse constantemente sob ameaça do diabo, se a Bíblia diz que Deus usa até o mal para cumprir seus propósitos (Isaías 45:7 e I Reis 22:22-23)?
23. Por que nós somos tão brasileiros na hora de ver um jogo da Seleção mas nos esquecemos completamente disso durante os cultos? Será que, quando a Bíblia se refere a "toda tribo, língua, povo e nação", o Brasil não estaria incluído?
24. Por que o samba e a bossa-nova são tão demonizados por sua associação com a vida boêmia, se Paulo disse que, para os puros, todas as coisas são puras, e que nada é errado em si mesmo exceto para aquele que assim o considera? Por que, por outro lado, tanta gente usa essas verdades bíblicas como pretexto para confundir “culto” com “festa”?
25. Por que tantos crentes confundem "querer agradar o mundo" com "não consumir produtos com a grife gospel" (incluindo aí músicas de qualidade questionável)? Aliás, será que essa idéia de ser pecaminoso ouvir músicas sem o rótulo "gospel" não seria uma jogada de marketing das gravadoras para manter cativo o seu mercado, por meio de intimidação? E ainda, desde quando “Gospel”, que significa “Evangelho”, virou grife?
26. Por que será que as únicas faltas consideradas suficientemente sérias para um líder perder sua credibilidade são os pecados de natureza sexual?
27. Por que muitas igrejas tratam melhor os ricos e influentes, colocando-os nos melhores cargos e dando-lhes poder de decisão, mesmo sendo neófitos, se Deus escolheu os que são pobres segundo o mundo para serem ricos em fé e herdarem o Reino (Tg 2:5)?
28. Por que muitos gostam de dizer que Deus está levantando uma geração disso e daquilo, que está restaurando isso e aquilo, e desconhecem completamente a História, esquecendo-se do que fizeram as gerações passadas? Por que será que essas pessoas nunca dizem que Deus está levantando uma geração de mártires?
29. Se não há mais qualquer condenação para quem está em Cristo Jesus, por que tantos líderes intimidam suas igrejas ameaçando-os com toda sorte de terror, inclusive a perda da salvação, se alguém ousar questioná-los ou não pagar suas obrigações financeiras?
30. Por que tanta gente que gosta de ver pecado em tudo condena a "aparência do mal", baseando-se em uma tradução errada de I Ts 5:22, se Jesus nunca evitou esse tipo de coisa, mas, pelo contrário, andava com o pior tipo de gente da sua época e ainda foi chamado de “comilão” e “beberrão”? Por que não admitir que o versículo em questão se refere apenas ao exame das profecias, e que o termo se traduz melhor, naquele contexto, como “espécie” e não “aparência”?
31. Será que o fato de tanta gente abusar de supostos dons espirituais, principalmente línguas e curas, significa que não possa haver manifestações legítimas desses dons?
32. Se os "líderes de louvor" gostam tanto de dizer que há liberdade onde está o Espírito do Senhor, por que muitos deles quase sempre tiram a liberdade das pessoas, que são constrangidas a imitar seus gestos (levantar as mãos, repetir algo pra quem tá do lado, fechar os olhos, bater palmas etc.)?
33. Por que ainda não inventaram a "escova de dentes profética", o "garfo profético", o "lápis profético", a “faxina profética” e o "corte e costura profético", para combinar com a "dança profética" e outras coisas "proféticas", já que tudo que fazemos deve ser para a glória de Deus? Em que a dança é melhor que essas outras coisas?
Só lembrando, perguntar não ofende! Se alguém souber...
Renato Fontes (renfontes@hotmail.com) - Fonte: Daniel's.
Quase três anos depois do texto “Perguntas retóricas”, que rodou a internet e fez muita gente pensar, rir, refletir, vestir carapuças e ainda pisou em muitos calos, as perguntas continuam a vir, agora mais insistentemente do que nunca.
Mais uma vez, eu só queria saber...
1. Se Jesus nos ensinou a tratar a Deus como Senhor, por que tantos o tratam como se fosse o Papai Noel, o gênio da lâmpada ou até mesmo um empregado?
2. Palavras como "decretar", "declarar" ou "determinar" devem ser ditas por Deus ou por criaturas finitas como nós?
3. Se João, na sua primeira carta, é bem claro que Deus só atende o que é pedido segundo sua vontade (I Jo 5:14), por que tanta presunção de alguns em dizer que é errado pedir a Deus que faça algo só se for da Sua vontade? Aliás, por que esses mesmos nunca equilibram Marcos 11:24 com I Jo 5:14 e acabam usando o versículo de Marcos para tratar Deus como se fosse um "gênio da lâmpada"?
4. Por que, nos púlpitos de hoje, se fala muito mais sobre vitória e sucesso do que sobre arrependimento?
5. Por que o bom samaritano não deu um folheto evangelístico nem "determinou a cura" do homem caído, mas preferiu fazer o óbvio, que era cuidar da necessidade dele? Por que Jesus, ainda por cima, nos mandou “fazer o mesmo”?
6. Por que a mulher que sofria de hemorragia e tocou em Jesus não disse, em tom de autoridade, "Senhor, eu não aceito essa doença!", mas, pelo contrário, prostrou-se tremendo diante de Jesus (Lc 8:47)?
7. Por que os líderes que pregam sobre prosperidade são tão ricos, enquanto as suas ovelhas continuam, em sua grande maioria, pobres? Será que essa prosperidade só funciona para os líderes?
8. Se todos os crentes do sertão nordestino derem o dízimo fielmente, será que Deus "abrirá as janelas dos céus" e acabará com a seca de lá, ou será que aquela promessa foi feita no contexto da Aliança com Israel apenas?
9. Se a palavra "unção" aparece apenas duas vezes no Novo Testamento e a palavra "graça" aparece 138 vezes, por que será que nas pregações que se ouve na maioria dos púlpitos, TVs e rádios evangélicas essa proporção é invertida?
10. Por que tantos evangélicos idolatram alguns líderes, colocando-os muitas vezes como verdadeiros mediadores entre eles e Deus, e ainda criticam os católicos por fazerem a mesma coisa com santos mortos?
11. Se todas as pessoas no planeta tivessem o mesmo estilo de vida excessivamente luxuoso de alguns pregadores, será que o meio ambiente suportaria?
12. Será que Paulo, que passou necessidade e até fome (Fp 4:12), seria considerado pelos pregadores de hoje como alguém que tinha uma "vida abundante"?
13. Por que aqueles que citam Mc 10:29-30 e Lc 6:38 como promessas de prosperidade material não agem com coerência então, vendendo todos os seus bens e dando aos pobres para receberem de volta? Não seria mais fácil colocar essas passagens dentro do contexto correto e admitir que elas nunca foram promessas de prosperidade material?
14. Por que, mesmo o Novo Testamento sendo tão claro sobre Deus não habitar mais em templos feitos por mãos humanas, tantos crentes insistem em chamar o edifício onde congregam de "templo", ou, o que é pior, "casa do Senhor"?
15. Por que tantos evangélicos citam (fora de contexto, claro) que não se deve "tocar nos ungidos", como se esses fossem acima da crítica e infalíveis, e ainda por cima criticam os católicos por crerem na infalibilidade do papa? Aliás, onde está escrito no NT que ungidos são apenas os líderes, se I João 2 diz que somos todos ungidos?
16. Por que o conselho de Irineu de Lyon, que viveu menos de um século depois de ser escrito o Apocalipse, quanto a ser "mais seguro e menos perigoso esperar o cumprimento dessa profecia do que se entregar a elucubrações e conjecturas acerca de nomes", tem sido tão negligenciado por aqueles que ficam esmiuçando supostos sinais da vinda de Jesus?
17. Por que tanta gente gosta de interpretar tragédias como juízo de Deus e negligencia o mandamento de chorar com quem chora?
18. Por que tanta gente canta "se diante de mim não se abrir o mar, Deus vai me fazer andar por sobre as águas", se o mar só se abriu uma única vez e Pedro só andou sobre as águas também uma vez, e teve que se molhar todas as outras vezes? Aliás, não é presunção demais dizer o que Deus vai ou não vai fazer?
19. Será que essas pessoas que cantam “hoje o meu milagre vai chegar” nunca leram Tiago 4:13-15?
20. Por que tanta gente insiste em dizer que não podemos ficar doentes porque Cristo já levou nossas dores, se nós ainda morremos? Afinal, essas dores que Ele levou sobre Si não inclui a morte também? Não seria mais prudente e mais bíblico admitir que os benefícios de Isaías 53:4 só serão usufruídos plenamente na Nova Jerusalém, na eternidade?
21. Por que essas mesmas pessoas que dizem que os cristãos não podem ficar doentes e que podem curar tudo nunca curaram uma vítima de amputação?
22. Por que tanta gente age como se Deus não tivesse controle sobre tudo e estivesse constantemente sob ameaça do diabo, se a Bíblia diz que Deus usa até o mal para cumprir seus propósitos (Isaías 45:7 e I Reis 22:22-23)?
23. Por que nós somos tão brasileiros na hora de ver um jogo da Seleção mas nos esquecemos completamente disso durante os cultos? Será que, quando a Bíblia se refere a "toda tribo, língua, povo e nação", o Brasil não estaria incluído?
24. Por que o samba e a bossa-nova são tão demonizados por sua associação com a vida boêmia, se Paulo disse que, para os puros, todas as coisas são puras, e que nada é errado em si mesmo exceto para aquele que assim o considera? Por que, por outro lado, tanta gente usa essas verdades bíblicas como pretexto para confundir “culto” com “festa”?
25. Por que tantos crentes confundem "querer agradar o mundo" com "não consumir produtos com a grife gospel" (incluindo aí músicas de qualidade questionável)? Aliás, será que essa idéia de ser pecaminoso ouvir músicas sem o rótulo "gospel" não seria uma jogada de marketing das gravadoras para manter cativo o seu mercado, por meio de intimidação? E ainda, desde quando “Gospel”, que significa “Evangelho”, virou grife?
26. Por que será que as únicas faltas consideradas suficientemente sérias para um líder perder sua credibilidade são os pecados de natureza sexual?
27. Por que muitas igrejas tratam melhor os ricos e influentes, colocando-os nos melhores cargos e dando-lhes poder de decisão, mesmo sendo neófitos, se Deus escolheu os que são pobres segundo o mundo para serem ricos em fé e herdarem o Reino (Tg 2:5)?
28. Por que muitos gostam de dizer que Deus está levantando uma geração disso e daquilo, que está restaurando isso e aquilo, e desconhecem completamente a História, esquecendo-se do que fizeram as gerações passadas? Por que será que essas pessoas nunca dizem que Deus está levantando uma geração de mártires?
29. Se não há mais qualquer condenação para quem está em Cristo Jesus, por que tantos líderes intimidam suas igrejas ameaçando-os com toda sorte de terror, inclusive a perda da salvação, se alguém ousar questioná-los ou não pagar suas obrigações financeiras?
30. Por que tanta gente que gosta de ver pecado em tudo condena a "aparência do mal", baseando-se em uma tradução errada de I Ts 5:22, se Jesus nunca evitou esse tipo de coisa, mas, pelo contrário, andava com o pior tipo de gente da sua época e ainda foi chamado de “comilão” e “beberrão”? Por que não admitir que o versículo em questão se refere apenas ao exame das profecias, e que o termo se traduz melhor, naquele contexto, como “espécie” e não “aparência”?
31. Será que o fato de tanta gente abusar de supostos dons espirituais, principalmente línguas e curas, significa que não possa haver manifestações legítimas desses dons?
32. Se os "líderes de louvor" gostam tanto de dizer que há liberdade onde está o Espírito do Senhor, por que muitos deles quase sempre tiram a liberdade das pessoas, que são constrangidas a imitar seus gestos (levantar as mãos, repetir algo pra quem tá do lado, fechar os olhos, bater palmas etc.)?
33. Por que ainda não inventaram a "escova de dentes profética", o "garfo profético", o "lápis profético", a “faxina profética” e o "corte e costura profético", para combinar com a "dança profética" e outras coisas "proféticas", já que tudo que fazemos deve ser para a glória de Deus? Em que a dança é melhor que essas outras coisas?
Só lembrando, perguntar não ofende! Se alguém souber...
Renato Fontes (renfontes@hotmail.com) - Fonte: Daniel's.
Perguntas Retóricas.
Caros, recebi um email hoje contendo o post que se segue. Muito interessante, por isso, resolvi colocar aqui. Espero que apreciem, que pensem, se incomodem...
Estive pensando em algumas coisas ao longo dos últimos anos e, de tão intrigado que fico com algumas delas, decidi colocar minhas indagações na forma de perguntas. Algumas das perguntas ouvi de outros, como a 4, a 5 e a 6, que aprendi com Juan Carlos Ortiz (do livro 'O discípulo'), mas a maioria veio de experiência própria. Resolvi utilizar o mesmo estilo de argumentação de Philip Yancey, no seu livro 'I was just wondering' ('Perguntas que precisam de respostas', editora Textus). Afinal, como diz o ditado, 'perguntar não ofende'...
Eu só queria saber:
1. Por que palavras como 'paixão', 'fogo', 'glória', 'poder' e 'unção' vendem muito mais CDs do que 'graça', 'misericórdia' e 'perdão'?
2. Por que aqueles que mais falam sobre 'prosperidade' evitam sistematicamente textos como Tiago 2:5, I Timóteo 6:8 e Habacuque 3:17-18?
3. Por que se fala tanto em dízimo, defendendo-o com unhas e dentes, mas quase nada se fala sobre ter tudo em comum e outras coisas como 'ajudar os domésticos na fé' e 'não amar somente de palavra e de língua mas de fato e de verdade'? Em qual proporção a Bíblia fala de uma coisa e de outra?
4. Por que em Atos 4, quando os apóstolos foram presos, a igreja orou de forma tão diferente do que se ora hoje? Por que não aproveitaram a ocasião pra 'amarrar o espírito de perseguição', pra 'repreender a potestade de Roma', ou coisa semelhante?
5. Por que Atos 2:4 é muito mais citado como modelo do que era a igreja primitiva do que Atos 2:42?
6. Por que todo mundo sabe João 3:16 de cor, mas tão pouca gente sabe I João 3:16?
7. Por que 90% ou mais dos cânticos congregacionais modernos são na primeira pessoa do singular, quando a proporção nos salmos é muito menor?
8. Por que todo mundo aceita que Jesus curou e colheu espigas no sábado, aceita também que Deus ordenou que seu povo matasse vários povos rivais, mas se escandaliza absurdamente quando alguém diz que Raabe fez certo ao mentir para preservar duas vidas? O que vale mais, em situação de conflito, que um soldado pagão saiba a verdade ou a vida de dois homens? Será que se Raabe tivesse dito a verdade, teria sido elogiada em Hebreus 11?
9. Por que quase tudo que se vende numa livraria cristã foi produzido nos últimos 50 anos, se nosso legado é de 2.000 anos de História do Cristianismo? O que aconteceu com os outros 19 séculos e meio?
10. Por que tanta gente que acredita que a salvação é pela graça, ou seja, não é obtida sendo 'bonzinho', paradoxalmente acredita que ela pode ser perdida sendo mau? Pode algo ganho sem mérito ser perdido por demérito?
11. Por que a Igreja é muito mais rigorosa com pecados sexuais como o homossexualismo do que com a gula ou a ganância? Aliás, por que em tantas igrejas a ganância nem é vista como pecado, mas como virtude, disfarçada com o nome de 'prosperidade'?
12. Por que tantos evangélicos chamam seus líderes de 'apóstolos', mas criticam os católicos por seguirem um líder chamado 'papa'?
13. Por que, mesmo o Cristianismo crendo que o homem foi nomeado por Deus como o responsável pela criação, e que tudo que Deus criou é bom, são os esotéricos os que mais lutam pela defesa do meio-ambiente?
14. Por que, na maioria dos grupos de louvor no Brasil, não há espaço pra quem toca instrumentos brasileiros como o cavaquinho e o berimbau?
15. Por que todos os ritmos de origem na raça negra até hoje são considerados por alguns como diabólicos?
16. Por que alguém como Lair Ribeiro faria mais sucesso como pregador hoje do que, digamos, Francisco de Assis?
17. Por que se canta tanto sobre coisas tão etéreas como 'rios de unção' e 'chuvas de avivamento', ao passo que Jesus usava sempre figuras do cotidiano para ensinar, como sementes, pássaros e lírios?
18. Por que se amarra, todos os anos, tudo quanto é 'espírito ruim' das cidades, fazendo marcha e tudo, mas as cidades continuam do mesmo jeito? Aliás, se os 'espíritos ruins' já foram 'amarrados' uma vez, por que todo ano eles precisam ser 'amarrados' de novo?
19. Por que uma doutrina como o pré-tribulacionismo, que apregoa que Jesus vai tirar a igreja da reta de qualquer sofrimento ou perseguição, não faz sucesso algum na China, no Irã ou na Indonésia? Aliás, por que ela fazia tanto sucesso na China pré-comunista, e depois declinou por lá?
20. Por que se canta todos os dias 'Hoje o meu milagre vai chegar'? Afinal, ele não chega nunca? Que dia está sendo chamado de 'hoje'?
21. Por que Jó não cantou 'restitui, eu quero de volta o que é meu', nem declarou ou amarrou nada, muito menos participou de 'campanha de libertação' quando perdeu tudo?
22. Por que tanta gente acredita que a terra e o universo foram criados há 6 mil anos, interpretando Gênesis 1 literalmente, mas esses mesmos nunca dizem que o sol gira em torno da terra, interpretando literalmente Josué 10, tampouco dizem que a terra é retangular, interpretando literalmente a expressão bíblica 'os quatro cantos da terra'?
23. Por que nós nunca vamos ao médico e pedimos, 'doutor, dá pra queimar essa enfermidade pra mim por favor'? Por que então se ora pedindo isso pra Deus? Seria correto orar assim pra Deus curar alguém enfermo por causa de queimadura?
24. Por que não se faz um mega-evento evangélico, desses que reúnem um milhão de pessoas ou mais, pra fazer um mutirão para distribuir alimentos aos pobres ou ainda para recolher o lixo da cidade? Aliás, por que se emporcalha tanto as cidades com óleo e outras coisas nos tais 'atos proféticos'? Não seria um melhor testemunho limpá-la ao invés de sujá-la?
25. Por que as rádios evangélicas tocam tanta coisa produzida por gravadoras ricas e nada produzido por artistas independentes?
26. Por que se faz apelo ao fim de uma 'pregação' que não fez qualquer menção ao sangue, à cruz, ao arrependimento, ou sequer ao pecado?
27. Por que se enfatiza tanto a ordem bíblica para pregar a Palavra e se negligencia tanto as ordens para fazer justiça social e alimentar os famintos? Quantas vezes cada uma delas aparece na Bíblia?
28. Por que Deuteronômio 28:13 ('o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda') é tão citado, ao passo que I Coríntios 4:11-13 ('somos considerados como o lixo do mundo') ninguém gosta de citar?
29. Por que quem pensa diferente de nós é sempre 'inflexível', 'fariseu' ou 'duro de coração' (quando não chamamos de coisa pior)?
Renato Fontes - renfontes@hotmail.com - Teologia & Arte.
Estive pensando em algumas coisas ao longo dos últimos anos e, de tão intrigado que fico com algumas delas, decidi colocar minhas indagações na forma de perguntas. Algumas das perguntas ouvi de outros, como a 4, a 5 e a 6, que aprendi com Juan Carlos Ortiz (do livro 'O discípulo'), mas a maioria veio de experiência própria. Resolvi utilizar o mesmo estilo de argumentação de Philip Yancey, no seu livro 'I was just wondering' ('Perguntas que precisam de respostas', editora Textus). Afinal, como diz o ditado, 'perguntar não ofende'...
Eu só queria saber:
1. Por que palavras como 'paixão', 'fogo', 'glória', 'poder' e 'unção' vendem muito mais CDs do que 'graça', 'misericórdia' e 'perdão'?
2. Por que aqueles que mais falam sobre 'prosperidade' evitam sistematicamente textos como Tiago 2:5, I Timóteo 6:8 e Habacuque 3:17-18?
3. Por que se fala tanto em dízimo, defendendo-o com unhas e dentes, mas quase nada se fala sobre ter tudo em comum e outras coisas como 'ajudar os domésticos na fé' e 'não amar somente de palavra e de língua mas de fato e de verdade'? Em qual proporção a Bíblia fala de uma coisa e de outra?
4. Por que em Atos 4, quando os apóstolos foram presos, a igreja orou de forma tão diferente do que se ora hoje? Por que não aproveitaram a ocasião pra 'amarrar o espírito de perseguição', pra 'repreender a potestade de Roma', ou coisa semelhante?
5. Por que Atos 2:4 é muito mais citado como modelo do que era a igreja primitiva do que Atos 2:42?
6. Por que todo mundo sabe João 3:16 de cor, mas tão pouca gente sabe I João 3:16?
7. Por que 90% ou mais dos cânticos congregacionais modernos são na primeira pessoa do singular, quando a proporção nos salmos é muito menor?
8. Por que todo mundo aceita que Jesus curou e colheu espigas no sábado, aceita também que Deus ordenou que seu povo matasse vários povos rivais, mas se escandaliza absurdamente quando alguém diz que Raabe fez certo ao mentir para preservar duas vidas? O que vale mais, em situação de conflito, que um soldado pagão saiba a verdade ou a vida de dois homens? Será que se Raabe tivesse dito a verdade, teria sido elogiada em Hebreus 11?
9. Por que quase tudo que se vende numa livraria cristã foi produzido nos últimos 50 anos, se nosso legado é de 2.000 anos de História do Cristianismo? O que aconteceu com os outros 19 séculos e meio?
10. Por que tanta gente que acredita que a salvação é pela graça, ou seja, não é obtida sendo 'bonzinho', paradoxalmente acredita que ela pode ser perdida sendo mau? Pode algo ganho sem mérito ser perdido por demérito?
11. Por que a Igreja é muito mais rigorosa com pecados sexuais como o homossexualismo do que com a gula ou a ganância? Aliás, por que em tantas igrejas a ganância nem é vista como pecado, mas como virtude, disfarçada com o nome de 'prosperidade'?
12. Por que tantos evangélicos chamam seus líderes de 'apóstolos', mas criticam os católicos por seguirem um líder chamado 'papa'?
13. Por que, mesmo o Cristianismo crendo que o homem foi nomeado por Deus como o responsável pela criação, e que tudo que Deus criou é bom, são os esotéricos os que mais lutam pela defesa do meio-ambiente?
14. Por que, na maioria dos grupos de louvor no Brasil, não há espaço pra quem toca instrumentos brasileiros como o cavaquinho e o berimbau?
15. Por que todos os ritmos de origem na raça negra até hoje são considerados por alguns como diabólicos?
16. Por que alguém como Lair Ribeiro faria mais sucesso como pregador hoje do que, digamos, Francisco de Assis?
17. Por que se canta tanto sobre coisas tão etéreas como 'rios de unção' e 'chuvas de avivamento', ao passo que Jesus usava sempre figuras do cotidiano para ensinar, como sementes, pássaros e lírios?
18. Por que se amarra, todos os anos, tudo quanto é 'espírito ruim' das cidades, fazendo marcha e tudo, mas as cidades continuam do mesmo jeito? Aliás, se os 'espíritos ruins' já foram 'amarrados' uma vez, por que todo ano eles precisam ser 'amarrados' de novo?
19. Por que uma doutrina como o pré-tribulacionismo, que apregoa que Jesus vai tirar a igreja da reta de qualquer sofrimento ou perseguição, não faz sucesso algum na China, no Irã ou na Indonésia? Aliás, por que ela fazia tanto sucesso na China pré-comunista, e depois declinou por lá?
20. Por que se canta todos os dias 'Hoje o meu milagre vai chegar'? Afinal, ele não chega nunca? Que dia está sendo chamado de 'hoje'?
21. Por que Jó não cantou 'restitui, eu quero de volta o que é meu', nem declarou ou amarrou nada, muito menos participou de 'campanha de libertação' quando perdeu tudo?
22. Por que tanta gente acredita que a terra e o universo foram criados há 6 mil anos, interpretando Gênesis 1 literalmente, mas esses mesmos nunca dizem que o sol gira em torno da terra, interpretando literalmente Josué 10, tampouco dizem que a terra é retangular, interpretando literalmente a expressão bíblica 'os quatro cantos da terra'?
23. Por que nós nunca vamos ao médico e pedimos, 'doutor, dá pra queimar essa enfermidade pra mim por favor'? Por que então se ora pedindo isso pra Deus? Seria correto orar assim pra Deus curar alguém enfermo por causa de queimadura?
24. Por que não se faz um mega-evento evangélico, desses que reúnem um milhão de pessoas ou mais, pra fazer um mutirão para distribuir alimentos aos pobres ou ainda para recolher o lixo da cidade? Aliás, por que se emporcalha tanto as cidades com óleo e outras coisas nos tais 'atos proféticos'? Não seria um melhor testemunho limpá-la ao invés de sujá-la?
25. Por que as rádios evangélicas tocam tanta coisa produzida por gravadoras ricas e nada produzido por artistas independentes?
26. Por que se faz apelo ao fim de uma 'pregação' que não fez qualquer menção ao sangue, à cruz, ao arrependimento, ou sequer ao pecado?
27. Por que se enfatiza tanto a ordem bíblica para pregar a Palavra e se negligencia tanto as ordens para fazer justiça social e alimentar os famintos? Quantas vezes cada uma delas aparece na Bíblia?
28. Por que Deuteronômio 28:13 ('o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda') é tão citado, ao passo que I Coríntios 4:11-13 ('somos considerados como o lixo do mundo') ninguém gosta de citar?
29. Por que quem pensa diferente de nós é sempre 'inflexível', 'fariseu' ou 'duro de coração' (quando não chamamos de coisa pior)?
Renato Fontes - renfontes@hotmail.com - Teologia & Arte.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Santa velocidade, Batman!?!
Equipe japonesa vai divulgar o filme "O cavaleiro das trevas" na corrida
GLOBOESPORTE.COM
Batman na Fórmula 1? É o que vai acontecer neste fim de semana em Silverstone com a Toyota. A equipe japonesa fechou um contrato de patrocínio com a Warner Bros. Pictures e divulgará o novo filme do super-herói, chamado "O cavaleiro das trevas", que estréia em 25 de julho na Inglaterra e no dia 18 no Brasil.
A Toyota correrá com uma pintura diferente na Inglaterra, temática. As cores do filme estarão presentes na carenagem e nos macacões de Jarno Trulli e Timo Glock. O motorhome da equipe também estará diferente em Silverstone. O filme é uma continuação de "Batman begins", de 2005, que marcou o reinício do herói nos cinemas.
Além da pintura, o Batmóvel e a Bat-Pod, a moto do herói, estarão expostos em Silverstone para o público que passar pelo pit lane. O carro irá à pista na tarde de quinta-feira, para uma volta de demonstração ao lado do TF108 da Toyota.
Veja o ranking:
Confira a classificação:
1 - Manchester United (ING) - 286 pontos
2 - Chelsea (ING) - 258
3 - Bayern de Munique (ALE) - 252
4 - Rangers (ESC) - 251,5
5 - Barcelona (ESP) - 251
6 - Roma (ITA) - 248
7 - Liverpool (ING) - 243
8 - Arsenal (ING) - 237
9 - Boca Juniors (ARG) - 231
10 - Internazionale (ITA) - 226
11 - São Paulo (BRA) - 225
19 - Fluminense (BRA) - 204
28 - Cruzeiro (BRA) - 190
31 - Flamengo (BRA) - 181
40 - Santos (BRA) - 163
53 - Vasco (BRA) - 154
64 - Botafogo (BRA) -140
86 - Sport (BRA) -116
139 - Grêmio (BRA) - 94
149 - Atlético-MG (BRA) - 92
154 - Palmeiras (BRA) - 90
177 - Figueirense (BRA) - 86
184 - Corinthians (BRA) - 84
209 - Internacional e Náutico (BRA) - 80
224 - Atlético-PR (BRA) - 78
233 - Goiás (BRA) -76
São Paulo e Fluminense continuam sendo os melhores times brasileiros na tabela do IFFHS.
Confira a matéria completa no G1.
1 - Manchester United (ING) - 286 pontos
2 - Chelsea (ING) - 258
3 - Bayern de Munique (ALE) - 252
4 - Rangers (ESC) - 251,5
5 - Barcelona (ESP) - 251
6 - Roma (ITA) - 248
7 - Liverpool (ING) - 243
8 - Arsenal (ING) - 237
9 - Boca Juniors (ARG) - 231
10 - Internazionale (ITA) - 226
11 - São Paulo (BRA) - 225
19 - Fluminense (BRA) - 204
28 - Cruzeiro (BRA) - 190
31 - Flamengo (BRA) - 181
40 - Santos (BRA) - 163
53 - Vasco (BRA) - 154
64 - Botafogo (BRA) -140
86 - Sport (BRA) -116
139 - Grêmio (BRA) - 94
149 - Atlético-MG (BRA) - 92
154 - Palmeiras (BRA) - 90
177 - Figueirense (BRA) - 86
184 - Corinthians (BRA) - 84
209 - Internacional e Náutico (BRA) - 80
224 - Atlético-PR (BRA) - 78
233 - Goiás (BRA) -76
São Paulo e Fluminense continuam sendo os melhores times brasileiros na tabela do IFFHS.
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Ranking FIFA de Seleções, julho/08
terça-feira, 1 de julho de 2008
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Estante Social
- ALMEIDA, Ronaldo de & MONTEIRO, Paula. Trânsito Religioso no Brasil. São Paulo em Perspectiva. (Artigo)
- ALVES, Carmen Lucia Rodrigues. O evangelho segundo o McDonald's: um estudo sobre o processo de produção da fast-food. PUC/SP. (Dissertação Mestrado)
- ASSIS, Machado de. A Igreja do Diabo. In: Volume de contos. Rio de Janeiro : Garnier, 1884.
- BAPTISTA, Saulo de Tarso Cerqueira. Cultura política brasileira, práticas pentecostais e neopentecostais: a presença da Assembléia de Deus e da Igreja Universal do Reino de Deus no Congresso Nacional (1999-2006). São Bernardo do Campo: Universidade Metodista de São Paulo, 2007. (Tese Doutorado)
- BITENCOURT, Joceval Andrade. Descartes e a morte de Deus. PUC/SP, 2008. (Tese Doutorado)
- BRAGA, Eliézer Serra. Santas e sedutoras: as heroínas na Bíblia hebraica - a mulher entre as narrativas bíblicas e a literatura patrística. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. (Dissertação Mestrado)
- CALDAS, Carlos. Fundamentos da Teologia da Igreja. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- CAMPOS, Alexsandra Fernandes. A religião no processo psicoterapêutico. PUC/SP. (Dissertação Mestrado)
- CAMPOS, Leonildo Silveira. A Igreja universal do reino de Deus, um empreendimento religioso atual e seus modos de expansão (Brasil, África e Europa). In: Lusotopie 1999, pp. 355-367. (Artigo)
- CAMPOS, Leonildo Silveira. CULTURA, LIDERANÇA E RECRUTAMENTO NUMA ORGANIZAÇÃO RELIGIOSA - O CASO DA IGREJA UNIVERSAL DO REINO DEUS. (Artigo)
- CARD, Michael. Cristo e a Criatividade. Ultimato Ed. (frag.)
- CHESTERTON, G.K. Ortodoxia. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- CLAYTON PIRES, Anderson. A hermenêutica política da esperança de Jürgen Moltmann em diálogo com a espiritualidade neoprotestante brasileira: o binômio saúde e doença como um novo paradigma hermenêutico de teologicidade. E.S. de Teologia Instituto Ecumênico de Pós-Graduação. (Tese Doutorado)
- COSTA, Yon Morato Ferreira da. Religião e alienação: uma análise crítica do modus vivendi do adolescente na Torre de Vigia. Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2008. (Dissertação Mestrado)
- CÉSAR, Marília de Campos. Feridos em Nome de Deus. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- DIAS, Solange Irene Smolarek. História da Arte. CAU, Fac. Assis Gurgacz. (apostila)
- FAVERO, Roberto Carlos. Humanismo: uma releitura existencial de Albert Camus e Jean-Paul Sartre. UNISINOS, 2006. (Dissertação Mestrado)
- FIGUEREDO FILHO, Valdemar. Entre o palanque e o púlpito: mídia, religião e política. UFRJ/ IFCS. (Dissertação Mestrado)
- FIGUEREDO FILHO, Valdemar. RETÓRICA POLÍTICA DO JORNAL FOLHA UNIVERSAL. (Artigo)
- FONSÊCA, Francisco Ricardo Bezerra. Amo muito tudo isso: o relacionamento marca-consumidor sob o enfoque da fenomenologia clarificadora de Edmund Husserl. UFPE. (Dissertação Mestrado)
- FRESTON, Paul. Religião e política, sim; Igreja e Estado, não : os evangélicos e a participação política. Viçosa, MG: Ultimato, 2006.
- GONÇALVES, Marcos. ENTRE O PALANQUE E O PÚLPITO: MÍDIA, RELIGIÃO E POLÍTICA. História: Questões & Debates, Curitiba, n. 43, p. 191-196, 2005. Editora UFPR. (Resenha)
- GUSSO, Ana Cláudia. A Comunicação de Mercado a Serviço da Igreja: em busca da fidelização. Universidade Metodista de SP, 2008. (Dissertação de Mestrado)
- JUNGBLUT, Airton Luiz. A salvação pelo rock: sobre a “cena underground” dos jovens evangélicos no Brasil. Religião e Sociedade, Rio de Janeiro, 27(2): 144-162, 2007. (artigo)
- KAWAUCHE, Thomaz Massadi Teixeira. A santidade do contrato e das leis: um estudo sobre religião e política em Rousseau. USP. (Dissertação Mestrado)
- LIMA, Diana Nogueira de Oliveira. Prosperidade na década de 1990: etnografia do compromisso de trabalho entre Deus e o fiel da Igreja Universal do Reino de Deus. Dados, 2008, vol.51, no.1, p.7-35.
- LIMA, Maria Érica de Oliveira & TRASFERETTI, José. O cenário religioso de bens simbólicos: da produção ao consumo. Rastros - Revista do Núcleo de Estudos de Comunicação, Ano VIII - Nº 8 - pág 38 - pág 51 - Outubro 2007. (Artigo)
- LOPES. Augustus Nicodemus. O que estão fazendo com a Igreja: ascensão e queda do movimento evangélico brasileiro. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- LUDOVICO, Osmar. Meditatio. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- MACHADO, M.D.C. e FIGUEIREDO, F.M. de. GÊNERO, RELIGIÃO E POLÍTICA: AS EVANGÉLICAS NAS DISPUTAS ELEITORAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. Ciencias Sociales y Religión, n. 4, 2002. (Artigo)
- MACHADO, M.D.C. e MARIZ, C.L. CONFLITOS RELIGIOSOS NA ARENA POLÍTICA: O CASO DO RIO DE JANEIRO. Ciencias Sociales y Religión, n. 6, 2004 (Artigo)
- MACHADO, Maria das Dores Campos. Conversão Religiosa e a Opção Pela Heterossexualidade em Tempos da AIDS. Sociedad y Religión N° 14/15 1996. (Artigo)
- MAFRA, Clara. Casa dos homens, casa de Deus. Análise Social, vol. XLII (182), 2007, 145-161. (Artigo)
- MAIA, Hermisten. Fundamentos da Teologia Reformada. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- MAINOTH, Carolina Chalfun. Os grupos neopentecostais nos jogos de poder do tempo presente. (artigo)
- MARIANO, Ricardo. Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as igrejas pentecostais. (artigo)
- MARIANO, Ricardo. Expansão pentecostal no Brasil: o caso da Igreja Universal. ESTUDOS AVANÇADOS 18 (52), 2004. (Artigo)
- MARIANO, Ricardo. O FUTURO NÃO SERÁ PROTESTANTE. Ciencias Sociales y Religión, n. 1, 1999. (Artigo)
- MATOS, Alderi Souza de. Fundamentos da Teologia Histórica. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- MAUÉS, Raymundo Heraldo. “BAILANDO COM O SENHOR”: técnicas corporais de culto e louvor. REVISTA DE ANTROPOLOGIA, SÃO PAULO, USP, 2003, V. 46 Nº 1.
- MENDONÇA, Emílio Zambon. Igreja Pentecostal "Deus é Amor": Origens, características e expansão.Un. Metodista de SP, 2009, parte 1. (Dissertação Mestrado)
- MENDONÇA, Emílio Zambon. Igreja Pentecostal "Deus é Amor": Origens, características e expansão.Un. Metodista de SP, 2009, parte 2. (Dissertação Mestrado)
- MENEZES,Maria Célia de. Gênese da Religião segundo Freud. Univ. Cat. de Goiás. (Dissertação Mestrado)
- MIZRAHI, Mylene. Funk, religião e ironia no mundo de Mr. Catra. Relig. soc. vol.27 no.2 Rio de Janeiro Dec. 2007. (Artigo)
- MONTEIRO, Marcos Adoniram Lemos. Um Jumentinho na Avenida : a missão da igreja e as cidades. Ultimato Ed. (frag.)
- MUMMA, Howard. Albert Camus e o Teólogo. Carrenho Editorial. (frag.)
- NICHOLI JR., Armand M. Deus em Questão: C.S. Lewis e Freud debatem Deus, Amor, Sexo e o Sentido da Vida. Ultimato, 2005.
- NOLAND, Noland. O Coração do Artista - Construindo o caráter do artista cristão. W4 Ed. (frag.)
- NOVAES, Regina. Os jovens "sem religião": ventos secularizantes, "espírito de época" e novos sincretismos. Notas preliminares. Estud. av. [online]. 2004, vol. 18, no. 52, pp. 321-330. (Artigo)
- NUNES, Tarcílio Divino. O crescimento das igrejas neopentecostais no Brasil: um olhar sobre a política da Igreja Universal. EdUFU. (Artigo)
- NUNES, Éber. Da burocracia para a profecia: mudanças no pentecostalismo brasileiro. Mackenzie/SP, 2008. (Dissertação Mestrado)
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- ORO, Ari Pedro. Neopentecostalismo: Dinheiro e Magia. (artigo)
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- PEREIRA, Taís. Estudo das relações enunciativas do editorial da Revista Graça Show da Fé da Igreja Internacional da Graça de Deus. Mackenzie/SP, 2008. (Dissertação Mestrado)
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- PINHEIRO, Márcia Pinheiro. Música, religião e cor – uma leitura da produção de black music gospel. Religião e Sociedade, Rio de Janeiro, 27(2): 163-180, 2007.
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- RABELO, Miriam Cristina. Religião e Cura: Algumas Reflexões Sobre a Experiência Religiosa das Classes Populares Urbanas. Cad. Saúde Públ., Rio de Janeiro. (artigo)
- ROMEIRO, Paulo. Decepcionados Com a Graça. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- ROMEIRO, Paulo. Supercrentes. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- RYRIE, Charles C. Como Pregar Doutrinas Bíblicas. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- SILVA, Edlene Oliveira. Entre a batina e a aliança: das milheres de padres ao movimento de padres casados no Brasil. UnB. (Tese Doutorado)
- SILVA, José Vicente Medeiros de. O problema da revelação na filosofia da religião kantiana. UFPE. (Dissertação Mestrado)
- SILVA, José Vicente Medeiros de. O problema da revelação na filosofia da religião kantiana. UFPE. (Dissertação Mestrado)
- SOUZA JR, P. G. - Mineiridade e adesão religiosa: uma análise da expansão pentecostal e da resistência católica em duas regiões mineiras.
- SOUZA NETO, Wilson Ferreira de. Presbiterianismo e Maçonaria: uma análise da contribuição maçônica ao presbiterianismo brasileiro no período de 1859 a 1889. Mackenzie. (Dissertação Mestrado)
- STOCKMAN, Steve. Walk On - A jornada espiritural do U2. W4 Ed. (frag.)
- SWATOWISKI, Claudia Wolff. Texto e contextos da fé: o discurso mediado de Edir Macedo. Religião e Sociedade, Rio de Janeiro, 27(1): 114-131, 2007.
- TUCKER, RUTH. Fé e Descrença: o drama da dúvida na vida de quem crê. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- TURNER, Steve. Cristianismo Criativo? Uma visão sobre o cristianismo e as artes. W4 Ed. (frag.)
- VEIGA, Alfredo César da. Tecnologia e Espiritualidade: A arte religiosa na era virtual. Histórica, edição nº 24 de agosto de 2007. (Artigo)
- VITAL, C.; LUI, J.; CONRADO, F.; LINS, P.; e WIIK, F.B. Evangélicos e Doutrina no Ar:Uma investigação sobre os evangélicos nas Comissões e Conselhos do Legislativo Nacional. ISER. (Artigo)
- WRIGHT, N.T. Simplesmente cristão. Ultimato Ed. (frag.)
- YANCEY, Philip & BRAND, Paul. A Dádiva da Dor: por que sentimos dor e o que podemos fazer a respeito. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- YANCEY, Philip & STAFFORD, Tim. Desventuras da Vida Cristã. Mundo Cristão Ed. (frag.)
- ZABATIERO, Júlio. Fundamentos da Teologia Prática. Mundo Cristão Ed. (frag)

